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Ministro sugere ampliar endividamento do país para salvar a economia popular

José Guimarães diz que país pode se endividar mais para conter impacto da guerra no Oriente Médio

Brasília|Do R7, com Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Ministro José Guimarães propõe aumentar o endividamento público para proteger a economia popular.
  • A alta dos combustíveis, causada pela guerra no Oriente Médio, não deve ser repassada à população.
  • O governo já implementou medidas, mas estas são consideradas insuficientes frente ao impacto do conflito.
  • Novas ações estão em discussão, mas dependem da aprovação do presidente Lula e de outros ministros.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Declaração sinaliza novas medidas diante da alta dos combustíveis e pressão internacional Marcelo Camargo/Agência Brasil- 16.04.2026

O ministro da Secretaria de Relações Institucionais, José Guimarães, afirmou que o governo pode aumentar o endividamento público caso seja necessário para evitar prejuízo à população por conta da alta dos combustíveis, impulsionada pela guerra no Oriente Médio.

“É claro que, em uma guerra dessa, nós não podemos transferir para a população os prejuízos dela. Na minha opinião, se tiver que aumentar o endividamento do país, para salvar a economia popular, tem que fazer“, declarou o ministro em entrevista coletiva no Palácio do Planalto nesta quinta-feira (16).


Segundo ele, o impacto do conflito internacional não pode ser repassado diretamente aos consumidores brasileiros. O governo já publicou uma série de medidas, de decretos a medidas provisórias, para tentar controlar o preço dos combustíveis, sobretudo do diesel. Elas vão de subvenções para a importação a aumento de imposto para exportação.

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Guimarães indicou, contudo, que o pacote já anunciado é insuficiente diante do cenário atual.


“O governo tomou medidas muito corajosas com relação ao diesel, naquela coisa que foi feita com 25 governadores, mas não basta, porque tem agora a gasolina. A guerra está destroçando a economia dos países, e vai ter que tomar outras medidas”, declarou o ministro.

Apesar disso, o ministro evitou antecipar quais ações estão em estudo, ressaltando que qualquer anúncio depende do aval do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo ele, as propostas estão sendo discutidas pela equipe econômica, incluindo os ministérios da Fazenda e do Planejamento, além da Casa Civil.

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