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Moraes determina abertura de inquérito para investigar suposta calúnia de Flávio contra Lula

Decisão se dá após pedido da Polícia Federal e manifestação favorável da Procuradoria-Geral da República pela apuração

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Ministro Alexandre de Moraes abre inquérito para investigar Flávio Bolsonaro por suposta calúnia contra Lula.
  • A investigação é baseada em uma postagem nas redes sociais onde Flávio associa Lula a crimes graves.
  • A decisão foi motivada por um pedido da Polícia Federal, com apoio da Procuradoria-Geral da República.
  • A Polícia Federal terá 60 dias para conduzir as investigações sobre o caso.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Ministro Alexandre de Moraes destacou que postagem ocorreu em 'ambiente virtual público' Valter Campanato/Agência Brasil - Arquivo

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes determinou a abertura de um inquérito para investigar suposta calúnia cometida pelo pré-candidato ao governo federal e senador Flávio Bolsonaro (PL) contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Na decisão, Moraes detalha que uma publicação de Flávio Bolsonaro em uma mídia social, em “ambiente virtual público”, atribui fatos criminosos ao presidente. A postagem também menciona a prática de delitos como tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e fraudes em eleições.


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Na ocasião, Flávio compartilhou na internet uma imagem na qual associa o petista a Nicolás Maduro, ex-presidente da Venezuela preso durante uma intervenção dos Estados Unidos no país latino. “Lula será delatado. É o fim do Foro de São Paulo: tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e ditaduras, eleições fraudadas”, escreveu o senador.

A decisão se deu após pedido da PF (Polícia Federal), com manifestação favorável da PGR (Procuradoria-Geral da República), instituição que considerou a publicação do senador “falsa” e “vexatória”.


“Os elementos angariados, portanto, apresentam indícios concretos da atuação do parlamentar representado, autoridade com foro especial perante a Suprema Corte [...], na hipótese criminal narrada”, justificou a PGR. A partir de agora, a PF terá 60 dias para investigar o caso.

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