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Esposa chama Flávio de ‘Bolsonaro moderado’: ‘Reeduquei ele’

Em vídeo publicado na internet, casal que completará 24 anos de relacionamento fala sobre dia a dia com filhas e como se conheceu

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Flávio Bolsonaro e sua esposa, Fernanda, revelam detalhes sobre seu relacionamento em vídeo nas redes sociais.
  • Fernanda se refere a Flávio como "Bolsonaro moderado" e menciona que "reeducou" o marido ao longo de 24 anos de casamento.
  • O senador está sendo investigado por suposta calúnia contra Lula, após fazer alegações sem provas em uma postagem nas redes sociais.
  • O ministro do STF, Alexandre de Moraes, atendeu a um pedido da PGR e abriu um inquérito sobre o caso.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) é pré-candidato à Presidência da República nas eleições deste ano Roque de Sá/Reprodução - Arquivo

O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) divulgou um vídeo nas mídias sociais com a esposa, a dentista Fernanda Antunes Figueira Bolsonaro, que o chama de “Bolsonaro moderado”.

No vídeo, o casal conta sobre o dia a dia com as filhas e narra como se conheceu. Em outro trecho, Fernanda diz que “reeducou” o marido, com quem está há 24 anos. “Dizem que sou um Bolsonaro vacinado. Deus foi me preparando para este momento”, comentou o senador na gravação.


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Investigação

Na semana passada, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes determinou a abertura de um inquérito para investigar um caso de suposta calúnia cometida por Flávio contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), principal opositor dele no cenário eleitoral deste ano, segundo pesquisas.

O caso começou com uma representação protocolada pela PF (Polícia Federal), após uma postagem de Flávio feita em 3 de janeiro último. Na publicação, o senador afirma que Lula “será delatado” e associa o presidente, sem apresentar provas, a crimes como tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, apoio a terroristas e fraudes eleitorais.


Quando o pedido de investigação chegou ao STF, o ministro Alexandre de Moraes seguiu o entendimento da PGR (Procuradoria-Geral da República), que defendeu a abertura de um inquérito.

Na decisão, Moraes ressaltou que a publicação de Flávio Bolsonaro em uma mídia social — um “ambiente virtual público” — atribui fatos criminosos ao presidente.

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