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Nunes Marques: ‘Desacreditar urnas é desconvidar eleitor da maior festa da democracia’

Presidente do TSE deu declaração neste domingo durante Corrida da Democracia; ação fechou semana de conscientização sobre as urnas

Brasília|Edis Henrique Peres, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Kássio Nunes Marques, presidente do TSE, afirmou que desacreditar no sistema de votação é como desconvidar o eleitor da festa democrática.
  • A declaração foi feita durante a Corrida da Democracia, que encerrou a semana de conscientização sobre as urnas eletrônicas.
  • O sistema eletrônico de votação brasileiro é considerado seguro e transparente, consolidado por três décadas de aprimoramentos.
  • Flávio Bolsonaro pediu a presença de observadores internacionais nas eleições, mas afirmou que suas palavras foram retiradas de contexto.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Ações do TSE envolveram campanha na Rodoviária do Plano Piloto em Brasília na sexta-feira Luiz Roberto/TSE - 07.08.2026

O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Kássio Nunes Marques, afirmou neste domingo que “desacreditar no sistema de votação brasileiro é desconvidar o eleitor a participar da maior festa democrática do Brasil”.

O posicionamento foi dado na largada para a Corrida da Democracia, ação que fecha uma semana dedicada pelo Tribunal Superior e TREs (Tribunal Regional Eleitoral) de todo o país para a conscientização sobre as urnas eletrônicas e o processo de votação.


Segundo o também ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), “ao longo de três décadas o sistema eletrônico de votação brasileiro consolidou sua credibilidade por meio do aperfeiçoamento tecnológico e de mecanismos de fiscalização e auditoria, garantindo segurança e transparência ao processo eleitoral”.

Nunes Marques foi um ministro indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro à Suprema Corte do Brasil. O reforço da autonomia e segurança das urnas ocorre na esteira das ações do TSE para estas eleições e depois do candidato à presidência Flávio Bolsonaro ter questionado o sistema.


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No último dia 22, o senador pediu, durante um encontro com embaixadores estrangeiros, que seus países enviem “a maior quantidade de observadores possíveis” para supervisionar as eleições brasileiras em outubro.

No entanto, segundo o candidato, sua declaração foi retirada de contexto e ele nunca questionou a integridade do sistema de votações no Brasil.


Não estou questionando o sistema de eleição brasileiro, mas que todos os países possam mandar a maior quantidade de observadores possível para nossa eleição e pessoas que têm conhecimento sobre essa tecnologia”, declarou um dia depois.

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