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Nunes Marques vai decidir se suspende pesquisa AtlasIntel que apontou queda de Flávio

PL acionou a Corte para derrubar levantamento e proibir divulgação dos dados; pesquisa menciona conversas entre o senador e Vorcaro

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O ministro Nunes Marques, presidente do TSE, avaliará pedido do PL sobre a pesquisa AtlasIntel que mostrou queda de Flávio Bolsonaro.
  • A pesquisa indica Lula com 48,9% e Flávio com 41,8%, uma diminuição de seis pontos em comparação com a semana anterior.
  • O PL argumenta que a pesquisa é parcial e tende a prejudicar a imagem de Flávio, influenciando a opinião pública após escândalo recente.
  • A decisão de Nunes Marques é uma das primeiras de alto impacto na corrida presidencial de 2026.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Nunes Marques
Esta será uma das primeiras grandes decisões de impacto político sob o comando de Nunes Marques Ana Rodrigues/TSE - 12.5.2026

O recém-empossado presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro Nunes Marques, terá a missão de decidir sobre um pedido da campanha de Flávio Bolsonaro (PL-SP) contra a pesquisa AtlasIntel divulgada nesta terça-feira (19).

O levantamento mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança das intenções de voto, com uma queda do senador — um provável reflexo do vazamento de conversas entre Flávio e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.


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Na pesquisa, Lula aparece com 48,9% e Flávio com 41,8% — uma queda de seis pontos percentuais de Flávio desde a semana passada.

O PL (Partido Liberal) acionou a Corte para tentar derrubar e proibir a divulgação do levantamento. O questionário foca diretamente na repercussão do recente escândalo político envolvendo Flávio Bolsonaro.


Na semana passada, foram vazados áudios e mensagens em que o senador supostamente cobra repasses financeiros do banqueiro Daniel Vorcaro para a produção do filme Dark Horse, que conta a história do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Questionário contestado

A pesquisa registrada no TSE conta com 48 perguntas e incluiu questões específicas, como se o eleitor tomou conhecimento do áudio e qual é a opinião pública sobre o envolvimento de Flávio com o escândalo.


A defesa do PL e de Flávio Bolsonaro alega que o levantamento é parcial e tendencioso.

De acordo com o PL, a forma como o questionário foi estruturado tem o objetivo de induzir respostas negativas e prejudicar a imagem do pré-candidato.


Por meio de nota, o instituto AtlasIntel informou que soube da representação judicial por meio da imprensa, que não havia sido notificado oficialmente até a mais recente atualização desta reportagem e que “manifesta plena tranquilidade diante de qualquer questionamento”.

Como o pedido foi feito em caráter de urgência, cabe agora ao ministro Nunes Marques analisar os argumentos do PL e a defesa do instituto de pesquisa.

Esta será uma das primeiras grandes decisões de impacto político direto na corrida presidencial de 2026 sob o comando de Nunes Marques.

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