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PGR defende condenação do ministro Marco Buzzi por assédio e importunação sexual

Posicionamento da Procuradoria é um passo considerado importante para o andamento do caso, que terá desfecho em agosto

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A PGR enviou parecer ao STJ defendendo a responsabilização do ministro Marco Buzzi por assédio e importunação sexual.
  • As acusações contra Buzzi foram feitas por uma jovem de 18 anos e uma ex-assessora do seu gabinete.
  • O STJ marcou o julgamento do processo administrativo disciplinar para agosto de 2026, e Buzzi está afastado desde fevereiro.
  • O ministro nega as acusações e sua defesa apresentou documentos e laudos médicos para contestar os relatos.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A PGR enviou ao STJ um parecer favorável à responsabilização do ministro Marco Buzzi Sergio Amaral/STJ - Arquivo

A PGR (Procuradoria-Geral da República) enviou ao STJ (Superior Tribunal de Justiça) um parecer favorável à responsabilização do ministro Marco Buzzi. O magistrado é alvo de investigações que apuram a suposta prática de crimes de importunação e assédio sexual contra duas mulheres.

Segundo as investigações, as denúncias partiram de uma jovem de 18 anos e de uma ex-assessora que trabalhava diretamente em seu gabinete na Corte. O caso corre sob sigilo de Justiça devido à natureza das acusações e para preservar a identidade das vítimas.


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O posicionamento da PGR é um passo considerado importante para o andamento do caso, uma vez que sinaliza ao STJ que o Ministério Público Federal encontrou elementos e indícios de autoria e materialidade suficientes para que as investigações tenham prosseguimento ou para que medidas cabíveis sejam tomadas contra o magistrado.

Julgamento em agosto

O STJ marcou para agosto de 2026 o julgamento do processo administrativo disciplinar contra o ministro. Buzzi foi afastado de suas funções no STJ em fevereiro.


Em depoimento, o ministro negou todas as acusações. A defesa apresentou documentos, perícias e laudos médicos (incluindo diagnóstico de disfunção erétil) para contestar os relatos.

O STJ suspendeu os benefícios extras (conhecidos como “penduricalhos”) de Buzzi, mantendo apenas o seu subsídio básico.

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