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Polícia pede autorização a Moraes para Bolsonaro depor sobre arma apreendida

Agentes da Polícia Civil do DF tentaram realizar a intimação pessoal do ex-presidente, mas foram impedidos

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Polícia Civil do Distrito Federal pediu autorização ao ministro Alexandre de Moraes para que Jair Bolsonaro deponha sobre uma arma apreendida.
  • A pistola 9mm, supostamente de Bolsonaro, foi encontrada durante uma blitz em Taguatinga.
  • O sargento do Exército, que estava com a arma, afirmou que ela pertencia a Bolsonaro e seria levada para conserto.
  • O depoimento de Bolsonaro está marcado para 24 de junho de 2026, e será realizado de forma virtual.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Polícia quer apurar a posse e o transporte de uma pistola apontada como de propriedade de Bolsonaro Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil - 14.09.2025

A PCDF (Polícia Civil do Distrito Federal) formalizou um pedido ao ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), para intimar e autorizar o depoimento do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro sobre arma apreendida em blitz.

A polícia abriu um inquérito para apurar as circunstâncias da posse e do transporte de uma pistola 9mm apontada como de propriedade do ex-presidente Jair Bolsonaro.


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A oitiva está agendada para o dia 24 de junho de 2026, às 15h, e será realizada de forma virtual.

De acordo com o documento enviado pela autoridade policial, os agentes da PCDF tentaram realizar a intimação pessoal de Jair Bolsonaro, mas foram impedidos. A equipe de escolta responsável pela segurança do ex-presidente não permitiu a efetivação do ato, impossibilitando que ele assinasse a ciência do documento.


Entenda o caso

O caso teve início na noite de segunda-feira (15), quando a PMDF (Polícia Militar do Distrito Federal) realizou uma blitz de rotina na região de Taguatinga.

Durante a abordagem a um veículo, os policiais constataram que o condutor, um sargento do Exército que atua na segurança do ex-presidente pelo GSI (Gabinete de Segurança Institucional), portava regularmente sua arma funcional. No entanto, uma segunda pistola foi localizada no interior do automóvel.


Questionado sobre a falta de documentação do segundo armamento, o militar afirmou aos agentes que a pistola pertencia a Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar. Ele justificou a situação dizendo que o equipamento apresentava uma falha mecânica e havia sido retirado da residência do ex-presidente para ser levado para conserto.

Diante do flagrante de transporte de arma sem o devido registro em nome do condutor, o sargento foi encaminhado à 21ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Sul) para prestar esclarecimentos. Após o depoimento, o militar foi liberado, mas a arma permaneceu apreendida.


Por envolver o ex-presidente, a ocorrência foi anexada aos autos do processo de execução penal de Bolsonaro no STF.

A PMDF informou à Corte que os veículos utilizados por agentes do GSI não passam por vistoria quando estão na residência do ex-presidente Jair Bolsonaro.

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