Polícia pede autorização a Moraes para Bolsonaro depor sobre arma apreendida
Agentes da Polícia Civil do DF tentaram realizar a intimação pessoal do ex-presidente, mas foram impedidos
LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA
Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A PCDF (Polícia Civil do Distrito Federal) formalizou um pedido ao ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), para intimar e autorizar o depoimento do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro sobre arma apreendida em blitz.
A polícia abriu um inquérito para apurar as circunstâncias da posse e do transporte de uma pistola 9mm apontada como de propriedade do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Leia Mais
A oitiva está agendada para o dia 24 de junho de 2026, às 15h, e será realizada de forma virtual.
De acordo com o documento enviado pela autoridade policial, os agentes da PCDF tentaram realizar a intimação pessoal de Jair Bolsonaro, mas foram impedidos. A equipe de escolta responsável pela segurança do ex-presidente não permitiu a efetivação do ato, impossibilitando que ele assinasse a ciência do documento.
Entenda o caso
O caso teve início na noite de segunda-feira (15), quando a PMDF (Polícia Militar do Distrito Federal) realizou uma blitz de rotina na região de Taguatinga.
Durante a abordagem a um veículo, os policiais constataram que o condutor, um sargento do Exército que atua na segurança do ex-presidente pelo GSI (Gabinete de Segurança Institucional), portava regularmente sua arma funcional. No entanto, uma segunda pistola foi localizada no interior do automóvel.
Questionado sobre a falta de documentação do segundo armamento, o militar afirmou aos agentes que a pistola pertencia a Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar. Ele justificou a situação dizendo que o equipamento apresentava uma falha mecânica e havia sido retirado da residência do ex-presidente para ser levado para conserto.
Diante do flagrante de transporte de arma sem o devido registro em nome do condutor, o sargento foi encaminhado à 21ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Sul) para prestar esclarecimentos. Após o depoimento, o militar foi liberado, mas a arma permaneceu apreendida.
Por envolver o ex-presidente, a ocorrência foi anexada aos autos do processo de execução penal de Bolsonaro no STF.
A PMDF informou à Corte que os veículos utilizados por agentes do GSI não passam por vistoria quando estão na residência do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da RECORD, no WhatsApp













