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Suspeita de ter carbonizado garota de programa na Asa Sul pode ter cometido o crime para roubá-la

Vítima teria recebido adiantamento do aluguel de três apartamentos que tinha no DF

Brasília|Do R7

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Suspeita do crime está presa na 1ª DP
Suspeita do crime está presa na 1ª DP

Polícia acredita que a Ellen Samara Moraes Lucena, de 34 anos, suspeita de ter assassinado e carbonizado a garota de programa Ananci Conceição Jesus, de 33 anos, na Asa Sul, região central de Brasília, pode ter cometido o crime para roubar a vítima. O homicídio ocorreu entre a noite desta segunda-feira (12) e a manhã desta terça-feira (13).

Antes de ser morta, Ananci teria recebido o adiantamento dos alugueis de três imóveis que ela tinha no DF. Na manhã desta terça-feira (13), uma amiga da vítima que estava com esse dinheiro, recebeu uma ligação de uma mulher se passando por Ananci e perguntando sobre o dinheiro. A polícia que quem fez a ligação foi Ellen Samaro, já que o telefone celular da vítima foi encontrado na casa dela. Elen tem passagem pela polícia por estelionato e chegou a ser detida em agosto de 2011. 


Além disso, de acordo com a delegada da 1ª DP, Renata Malafaia, o zelador do prédio onde ocorreu o homicídio disse que a suspeita havia perguntado para ele se as câmeras de segurança do local realmente gravava as imagens.

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O amigo da vítima Iago Almeida afirmou, em frente à delegacia, que a motivação do crime seria inveja, já que a vítima era bonita e ganhava muito dinheiro com a prostituição.


Ananci tinha três apartamentos no DF: no Guará, Sudoeste e Asa Norte. Ela chegou a Brasília há cinco anos para trabalhar como empregada doméstica e depois passou a se prostituir.

Durante depoimento na 1ª DP, Ellen Samara Moraes de Lucena, de 33 anos, afirmou à Polícia Civil do Distrito Federal que acredita ter queimado a vítima, com quem afirma que teve um relacionamento amoroso, ainda viva. O corpo foi encontrado por moradores da região ainda saindo fumaça. Segundo a delegada Renata Malafaia, vítima e suspeita são garotas de programa.


Segundo os relatos de Ellen, as duas teriam discutido na escada do prédio e Ananci teria caído e batido a cabeça. Para a polícia, a suspeita contou que pisou na cabeça da mulher e, sem saber o que fazer, resolveu queimar o corpo para eliminar provas. Foi então que Elen enrolou o corpo de Ananci em um plástico e depois em um lençol e arrastou até perto de uma árvore na quadra do prédio onde mora.

O crime foi registrado quando moradores encontraram o corpo carbonizado próximo a uma árvore. Quando a polícia chegou ao local, o corpo ainda soltava fumaça. 

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