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TSE fecha cerco contra desinformação e sela parceria com big techs

Nunes Marques reuniu-se com plataformas para traçar estratégias contra discurso de ódio e fake news nas eleições de 2026

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • TSE firma parceria com grandes plataformas digitais e desenvolvedoras de IA para proteger o processo eleitoral brasileiro.
  • O presidente do TSE, Nunes Marques, reuniu-se com empresas para traçar estratégias contra discurso de ódio e fake news.
  • Memorandos de Entendimento e termos de cooperação foram assinados para estruturar ações conjuntas.
  • Enfatiza-se a importância de canais permanentes de diálogo e critérios transparentes para um debate eleitoral democrático.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

TSE
TSE e plataformas digitais firmam parcerias para ampliar combate à desinformação Luiz Roberto/TSE - 16.07.2026

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) oficializou uma parceria com as principais plataformas digitais e, de forma inédita, com as maiores desenvolvedoras de inteligência artificial do mercado.

Mais cedo, o presidente do TSE, ministro Nunes Marques, reuniu-se com as empresas para traçar estratégias e coordenar ações conjuntas de combate ao discurso de ódio e à propagação de notícias falsas durante o período eleitoral.


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O encontro com representantes do setor de tecnologia resultou na assinatura de Memorandos de Entendimento (MoUs) e termos de cooperação que visam estruturar ações conjuntas contra a propagação de notícias falsas, com foco especial nos desafios trazidos pelas ferramentas de geração de conteúdo por IA.

No encontro, Nunes Marques disse que é essencial a consolidação de canais permanentes de diálogo e a construção de critérios transparentes de atuação conjunta, de forma a permitir o florescimento de um debate eleitoral verdadeiramente democrático.


“Sublinho que cooperar não significa confundir papéis, afastar a fiscalização ou eliminar todas as eventuais divergências”, disse.

Para o ministro, democracias sólidas não dependem apenas de boas instituições.


“Dependem também de informação confiável, de confiança pública e da capacidade de diferentes atores cooperarem em torno de um objetivo comum, qual seja, assegurar que cada eleitor e cada eleitora possam exercer livremente o seu direito de escolha”, afirmou.

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