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Em postagem do Dia dos Pais, Lula defende fim da escala 6x1: ‘Mais tempo com os filhos’

Presidente afirmou que defender à família é garantir que todo cidadão possa passar tempo de qualidade com seus entes queridos

Brasília|Edis Henrique Peres, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Lula defende o fim da escala de trabalho 6x1 para permitir mais tempo com a família.
  • O presidente afirma que o maior presente para um pai é poder estar presente na vida dos filhos.
  • A proposta de mudança na escala de trabalho foi aprovada na Câmara dos Deputados e aguarda votação no Senado.
  • Há divergências sobre a melhor estratégia para aprovar a proposta antes das eleições.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Lula fez declaração em postagem nas redes sociais neste domingo Dia dos Pais Ricardo Stuckert/Reprodução - 05.08.2026

Em postagem sobre o Dia dos Pais, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição, defendeu o fim da escala 6x1 ao afirmar que o maior presente que um pai pode receber é mais tempo com os filhos.

O maior presente que um pai pode receber é ter mais tempo com os filhos. Tempo para acompanhar cada fase, brincar, conversar e estar presente de verdade. É por isso que estamos empenhados em acabar com a escala 6x1”, escreveu em publicação veiculada neste domingo (9).


Lula ainda disse que “trabalhar é importante, mas ter tempo para viver e estar com quem a gente ama também é”.

Queremos pôr fim a escala 6x1 para permitir que o trabalhador e a trabalhadora tenham dois dias de descanso semanal. Defender a família é assegurar que todo cidadão possa passar tempo de qualidade com seus entes queridos”, diz postagem do presidente.


A declaração de Lula ocorre na véspera de um segundo encontro entre ele e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre. A PEC pelo fim da 6x1 foi aprovada na Câmara e agora depende de Alcolumbre para ser pautada e avançar na Casa Alta.

Inicialmente, alguns interlocutores do Palácio do Planalto avaliaram que o caminho seria deixar que a proposta fosse votada apenas depois das eleições. Uma ala do governo, no entanto, ainda insiste em garantir a aprovação da medida no esforço concentrado que será feito no Congresso antes das eleições.

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