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Jipinho S-Cross tem bom conjunto e tração 4x4, mas é 'salgado' e menos potente que o antecessor

Aceleramos a versão intermediária do modelo, que chega em 4 versões a partir de R$ 74.900

Carros|Luiz Fernando Betti, do R7

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Faróis bi-xenon, carroceria bicolor e teto solar panorâmico são exclusivos da versão topo de linha, de R$ 105.900
Faróis bi-xenon, carroceria bicolor e teto solar panorâmico são exclusivos da versão topo de linha, de R$ 105.900

A Suzuki é a terceira marca mais vendida no Japão, mas ainda engatinha no Brasil — ano passado, foram apenas 6.043 carros vendidos em suas 54 lojas espalhadas pelo País. O novo integrante do portfólio é o S-Cross, que chega para substituir o SX4 com preços entre R$ 74.900 e R$ 105.900.

Derivado do conceito mostrado no Salão de Paris de 2012, o S-Cross tem quatro versões, as duas mais caras com tração nas quatro rodas. Segundo a montadora, a intermediária com câmbio CVT (R$ 88.900) será uma das mais vendidas, e foi ela que o R7 Carros avaliou num trajeto de cerca de 100 quilômetros entre as cidades de São Paulo e Guarujá. 


Exclusivo da versão top, central multimídia é destaque na cabine
Exclusivo da versão top, central multimídia é destaque na cabine

Por fora, o crossover manteve o visual comportado do antecessor, mas ganhou alguns centímetros em todas as direções, o que refletiu em melhor espaço interno sobretudo para a cabeça. Porém, no banco de trás os mais altos podem acabar ralando os joelhos no banco dianteiro.

O acabamento interno é honesto, com belos arremates e superfícies macias. Não surpreende, mas também não decepciona. A lista de itens fica mais atraente a partir da versão intermediária, que traz direção elétrica, seis air bags, assistente de partida em rampas, sensores de obstáculos dianteiro e traseiro, botão de partida, controles de estabilidade e tração e ar digital de duas zonas — esses últimos ausentes da versão de entrada.


Uma pena que a bela central multimídia, que conecta à internet através do roteador do smartphone, aparece só na versão topo de linha. Ao volante, o motor 1.6 de 120 cavalos surpreende, com boas acelerações e retomadas, além de um ronco grave que lembra carros mais potentes.

O sistema de tração nas quatro rodas é fácil de usar e garante as trilhas no fim de semana. Mas cobra caro por isso, sobretudo comparado ao SX4, que oferecia o sistema em todas as versões, tinha motor mais potente e preço mais baixo, desde R$ 67.900. A Suzuki espera vender 250 unidades mensais do S-Cross, estimativa pouco ambiciosa em relação aos modelos do mesmo segmento, mas realista diante da infraestrutura da marca nipônica no País.

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