Novo Mini Countryman chega no Brasil a partir de R$ 144.950
SUV inglês de luxo chega às lojas brasileiras no início de abril com motores 1.5 e 2.0 turbo
Carros|Diogo de Oliveira, do R7

A Mini apresentou esta semana, em São Paulo, a segunda geração do SUV de luxo Countryman, que estreou mundialmente no fim do ano passado, no Salão do Automóvel de Los Angeles (EUA). O utilitário foi inteiro atualizado, desde a carroceira, aos motores, passando pela cabine e conteúdos. Na comparação com o modelo anterior, cresceu em quase todas as medidas, ficando razoavelmente maior na cabine. O novo Countryman chega às lojas brasileiras no início de abril em três versões movidas apenas a gasolina (veja os preços abaixo).
Mini Cooper Countryman 1.5 turbo AT6 — R$ 144.950
Mini Cooper Countryman S 2.0 turbo AT8 — R$ 164.950
Mini Cooper Countryman S All4 2.0 turbo AT8 — R$ 189.950

Com a troca de geração, o Mini Countryman mantém o estilo retrô que caracteriza toda a linha da marca inglesa, mas agora está ainda mais envolvente e sofisticado. O SUV vem de série em todas as versões com faróis full LED direcionais, bancos dianteiros com ajuste elétrico e memória, além de ar-condicionado digital de duas zonas e chave presencial. Na parte de segurança, traz airbags frontais, laterais dianteiros e de cortina (seis no total), freios com ABS e os controles de estabilidade e de tração.
Os motores também são novos. A versão de entrada traz um 1.5 turbo a gasolina de três cilindros, com injeção direta e duplo comando variável. Rende 136 cv e um torque de 22,4 kgfm desde 1.350 rpm. Este é associado à transmissão automática de seis marchas e faz o utilitário arrancar de 0 a 100 km/h em 9,6 segundos, com máxima de 200 km/h. As demais usam o 2.0 turbo de 192 cv e 28,5 kgfm, acoplado à caixa automática de oito marchas. O 0-100 km/h leva 7,4 e 7,2 segundos, com máximas de 225 km/h e 222 km/h, na ordem.
Com 3.000 unidades emplacadas no Brasil desde 2010, o Countryman era montado na fábrica da BMW em Araquari (SC). Porém, a 2ª geração não será nacionalizada, ao menos por enquanto. Virá importada da Europa, deixando a unidade catarinense para os modelos da marca bávara, que é dona da inglesa. Mesmo assim, a Mini está otimista e projeta leve crescimento nas vendas deste ano na comparação com 2016. No mundo, o SUV responde por 25% das vendas da marca, mas no Brasil o best-seller é o hatch Mini Cooper.
Há uma expectativa de que a versão de entrada tenha boa saída. Além dos itens já citados, que compõem o pacote padrão, o Countryman mais acessível já vem com rodas de liga aro 17, forração em couro e central multimídia com tela de 6,5 polegadas. Já a versão mais cara Copper S All4 tem tração integral (4x4), rodas de liga leve aro 19 com pneus runflat (rodam mesmo vazios), som premium da marca Harman Kardon com 12 alto-falantes e 420 watts, e multimídia com tela de 8,8 polegadas sensivel ao toque.















