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Análise: É uma ‘bobagem’ ficar discutindo se um grupo pode ou não existir durante campanha eleitoral

Presidente do TSE, Kassio Nunes Marques autorizou nesta terça-feira (13) a retomada do canal de mensagens ‘Exército do Lula’

2026|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Kassio Nunes Marques, presidente do TSE, autorizou a retomada do canal "Exército do Lula".
  • A campanha de Lula registrou oficialmente o canal no TSE após decisão judicial.
  • O canal foi suspenso a pedido da campanha de Flávio Bolsonaro por alegações de informações falsas.
  • Bruno Soller critica a Justiça Eleitoral por focar em detalhes insignificantes, prejudicando o processo eleitoral.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Kassio Nunes Marques, autorizou nesta terça-feira (13) a retomada do canal “Exército do Lula”. O ministro havia decidido que a campanha do presidente precisava registrar esse grupo de WhatsApp como meio oficial de campanha.

Logo após essa decisão, a campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registrou oficialmente o canal de mensagens no TSE. Conforme decisão judicial, o canal só pode voltar ao ar em 48 horas. O canal havia sido suspenso a pedido da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), que apontou informações falsas.

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Para Bruno Soller, analista do Real Time Big Data, o impasse da Justiça Eleitoral durante a campanha não afeta o resultado de um candidato no segundo turno, a não ser que tenha uma “grande ingerência” de um lado ou de outro e que seja algo que gere alguma revolta no eleitor.

“Mantém-se o que já se tem de sensação em relação à Justiça, de que ela é lenta, de que ela interfere onde não deveria interferir. É uma bobagem ficar discutindo em um tribunal eleitoral se um grupo de WhatsApp pode existir ou não pode existir durante uma campanha eleitoral, tendo tantas coisas mais importantes a se olhar”, ressalta.

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Segundo Soller, em uma campanha de 15 dias de eleição, tirar do ar um conteúdo por 48 horas acaba por prejudicar um dos lados. No entanto, é uma decisão que atrapalha o processo e não convence o eleitor, só o deixa “com mais raiva” do processo como um todo, acrescenta o analista, ao ver que a Justiça no país, que deveria cuidar de coisas muito mais importantes, está se prendendo a “pequenos detalhes” como esses.

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