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Candidatos já tiraram mais de R$ 80 milhões do próprio bolso para financiar campanhas

Presidenciáveis já desembolsaram R$ 700 mil; candidato ao Governo de SC colocou R$ 1 milhão na própria campanha

2026|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Candidatos das eleições de 2026 já autofinanciaram mais de R$ 80 milhões em suas campanhas.
  • Gelson Luiz Merísio lidera o autofinanciamento com R$ 1 milhão para sua campanha ao governo de Santa Catarina.
  • No Senado, Jaques Wagner e Deltan Dallagnol receberam doações significativas de seus suplentes.
  • Wilson Grassi, candidato à presidência, investiu R$ 565 mil de seu patrimônio de R$ 50 milhões em sua campanha.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Candidatos podem financiar a própria campanha durante as eleições Luiz Roberto/TSE

Os candidatos que disputam as eleições de 2026 já tiraram mais de R$ 80 milhões do próprio bolso para financiar suas campanhas.

Candidatos aos governos estaduais e ao Senado Federal encabeçam a lista. O candidato Gelson Luiz Merísio (PSB), que disputa o Governo de Santa Catarina, é o primeiro colocado, com R$ 1 milhão doados a si próprio.

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Vicentinho Júnior (PSDB), que disputa o governo tocantinense, e Soldado Sampaio (Republicanos), que tenta a eleição em Roraima, fecham o pódio entre os candidatos a governador que mais gastaram do próprio bolso, com R$ 420 mil e R$ 350 mil, respectivamente.

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Para o Senado Federal, um cenário — no mínimo — curioso. Entre os três candidatos que mais receberam recursos próprios para as campanhas, dois deles receberam o dinheiro dos seus candidatos à primeira suplência na chapa.

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Jaques Wagner (PT), que tenta a reeleição ao Senado pela Bahia, recebeu uma doação de R$ 533 mil do advogado Edvaldo Brito (PSD). Já Deltan Dallagnol (Novo), candidato pelo Paraná, ganhou R$ 430 mil do empresário Wilson Picler (PL). Fecha o pódio entre os candidatos ao Senado Reinaldo Azambuja, do PL de Mato Grosso do Sul, que colocou R$ 317 mil na própria campanha.

Presidenciáveis

Entre os candidatos à Presidência da República, apenas três colocaram recursos na própria campanha: Augusto Cury (Avante), Clariana Barão (DC) e Wilson Grassi (Democrata). Grassi foi quem mais investiu, com R$ 565 mil, divididos em 13 transferências. Vale lembrar que o candidato do Democrata declarou um patrimônio de R$ 50 milhões ao TSE.

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Augusto Cury, por sua vez, desembolsou R$ 250 mil, enquanto Clariana Barão doou apenas R$ 5 mil.

O autofinanciamento é uma das modalidades permitidas pela Justiça Eleitoral para custear os gastos da corrida eleitoral. As doações podem ser de até 10% do total do limite de gastos estabelecido para o cargo ao qual o candidato concorre.

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Os dados foram levantados a partir do sistema do TSE e correspondem a valores declarados até 13 de setembro.

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