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Eleitor sem biometria pode votar neste domingo (25); veja como funciona a identificação

Cadastro biométrico não é exigido para votar, e quem nunca foi ao cartório pode ter digital importada de outros órgãos

2026|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Eleitores sem biometria cadastrada podem votar no segundo turno apresentando documento oficial com foto.
  • Cerca de 89% do eleitorado já tem biometria coletada, enquanto os outros 11% utilizam um procedimento alternativo de identificação.
  • Parte das digitais pode ser importada de órgãos públicos através do Projeto Bioex, integrando automaticamente o cadastro eleitoral.
  • O atendimento para coleta de biometria será retomado em 3 de novembro após as eleições.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

TRE-AL inicia carga e lacre das urnas eletrônicas nesta sexta-feira (18) Divulgação/TRE-AL

O eleitor que não tem biometria cadastrada na Justiça Eleitoral pode votar normalmente no segundo turno, neste domingo (25). A biometria não é requisito para votar. O que se exige é que o título esteja regular, sem cancelamento nem suspensão, e que o eleitor apresente um documento oficial com foto.

Segundo a Justiça Eleitoral, cerca de 89% do eleitorado tem biometria coletada, o equivalente a mais de 141 milhões de pessoas. Os outros 11% votam por um procedimento alternativo de identificação.

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Como vota quem não tem biometria

Na seção, o mesário confere o documento com foto e pergunta o ano de nascimento do eleitor, que é digitado no terminal da mesa.

Para liberar a urna nesse caso, o próprio mesário registra a digital dele no sistema. O eleitor assina o caderno de votação e vota normalmente.

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Quem não sabe ou não pode assinar registra a impressão digital no caderno.

Quando a digital não é lida

Para quem tem biometria, a identificação é feita pela impressão digital no leitor da mesa. São até quatro tentativas.

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Se o sensor não reconhecer a digital, o eleitor apresenta o documento com foto, o mesário pode fazer algumas perguntas para confirmar a identidade, e a liberação segue pelo ano de nascimento.

Biometria de outros órgãos

Parte dos eleitores que nunca fizeram a coleta em cartório pode já ter digitais no sistema sem saber.

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Pelo Bioex (Projeto de Importação de Biometria de Órgãos Externos), a Justiça Eleitoral recebe dados de órgãos públicos parceiros, como a Senatran (Secretaria Nacional de Trânsito) e os institutos de identificação ligados às secretarias de segurança dos estados.

Essas digitais são validadas na urna. Se a impressão digital do eleitor for reconhecida e liberar a votação, a biometria passa a integrar o cadastro eleitoral, e não é preciso ir ao cartório para fazer a coleta. Só em São Paulo, o TRE estima que mais de 1,9 milhão de biometrias podem ser incorporadas dessa forma após as eleições deste ano.

Como saber se tenho biometria

A situação biométrica pode ser consultada no Autoatendimento Eleitoral, no site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). No aplicativo e-Título, quem tem biometria coletada pela Justiça Eleitoral vê a própria foto.

Não dá para fazer o cadastro antes do segundo turno. O atendimento para coleta de biometria só será retomado em 3 de novembro, com a reabertura do cadastro eleitoral.

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