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Flávio defende em live redução da maioridade penal, tema que adiou PEC da Segurança

Candidato do PL à Presidência é autor da proposta que a oposição tentou incluir no texto; impasse dividiu o PT

2026|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Flávio Bolsonaro defende a redução da maioridade penal para 16 anos em crimes hediondos como um dos pilares de seu governo.
  • A proposta de redução da maioridade penal gerou impasse e levou ao adiamento da votação da PEC da Segurança Pública no Senado.
  • Flávio Bolsonaro, junto com aliados, planeja endurecer a legislação contra facções criminosas e aumentar penas para crimes como roubo e revenda de celulares.
  • A PEC da Segurança Pública é uma prioridade para o governo Lula, que pretende criar um novo ministério após sua promulgação, mas enfrenta divisões internas no PT sobre a redução da maioridade penal.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Flávio Bolsonaro realizou a live desta quinta com Nikolas Ferreira e Derrite Reprodução/YouTube/TV Celular Flavio Bolsonaro - 15.10.2026

O senador e candidato à Presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro, defendeu nesta quinta-feira (15) a redução da maioridade penal e disse que a medida será um dos pilares de seu governo.

A declaração foi feita no mesmo dia em que o tema levou o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), a retirar da pauta a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da Segurança Pública.

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Durante live ao lado do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e do senador eleito Guilherme Derrite (PP-SP), Flávio afirmou que a redução da maioridade é defendida há anos por partidos de direita no Senado.

Ele próprio é autor de uma PEC de 2019 que reduz a idade penal de 18 para 16 anos e prevê responsabilização a partir dos 14 anos em crimes graves.

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Durante uma live realizada nesta quinta-feira (15), ao lado do deputado federal por Minas Gerais Nikolas Ferreira e do senador eleito por São Paulo Guilherme Derrite, o candidato defendeu a redução da maioridade penal para 16 anos em casos de crimes hediondos e afirmou que a proposta tem sido levada à pauta no Senado há anos pelos partidos de direita e será um dos pilares de seu governo.

O candidato também voltou a dizer que vai declarar guerra às facções criminosas e que pretende aumentar a pena para roubo e também de revenda de celulares para o mínimo de oito anos.Segundo ele, isso faria com a pena para esse crime iniciasse em regime fechado.

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“Nós vamos declarar guerra aos narcoterroristas a partir de janeiro do ano que vem. Eu vou contar muito com profissionais capacitados como Derrite e como o Nikolas, para aprimorar a legislação e deixá-la mais dura ainda. Porque marginal vai sofrer muito no nosso governo”, afirmou.

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PEC da Segurança Pública vive impasse no Senado

A PEC da Segurança Pública estava prevista para ser votada em dois turnos nesta quinta-feira, depois de o plenário aprovar, na noite de quarta-feira (14), um requerimento de calendário especial para a matéria. A votação foi suspensa por falta de acordo sobre emendas que alteram a maioridade penal.

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Na quarta-feira, o líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), que coordena a campanha de Flávio, apresentou emenda que reproduz a PEC do candidato. O texto reduz a idade para responsabilização penal como adulto de 18 para 16 anos e para 14 anos em casos de crimes hediondos, tortura, tráfico de drogas, terrorismo e participação em organizações ou associações criminosas.

A reação dividiu o PT. O líder do partido no Senado, Camilo Santana (CE), apresentou uma alternativa que fixa a idade penal em 16 anos apenas para crimes hediondos, mas parte da bancada resistiu, já que a legenda historicamente se opõe à redução. Segundo interlocutores de Davi Alcolumbre, nenhum dos dois lados tinha votos para aprovar sua emenda.

Para o governo Lula (PT), a PEC é a principal aposta legislativa na segurança pública, e o presidente pretende criar o Ministério da Segurança Pública depois da promulgação.

Governistas esperam votar o texto na próxima semana. Como a proposta já passou pela Câmara, qualquer mudança de mérito feita pelos senadores obriga uma nova análise pelos deputados, o que pode atrasar a promulgação.

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