Lula e Flávio Bolsonaro comparecem às urnas e destacam importância do voto
Outros presidenciáveis como Zema, Rinaldo Caiado, Renan Santos e Augusto Cury também já foram votar; confira
2026|Do R7, em Brasília
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Candidatos à Presidência da República comparecem às urnas neste primeiro turno das eleições. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) votou, por volta das 8h10 deste domingo (4), na Escola Municipal Barão Homem de Mello, localizada no bairro de Vila Isabel, no Rio de Janeiro. Buscando a reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) votou, às 9h14 deste domingo (4), na Escola Estadual Dr. João Firmino Correia de Araújo, no bairro Assunção, em São Bernardo do Campo (SP).
Ambos candidatos, que aparecem à frente nas pesquisas eleitorias, destacaram a importância do voto da população e disseram estar confiantes no resultado.
“Hoje é um dia muito importante. Eu espero que o brasileiro ponha fim a essa era do atraso, que apostou tudo, que vale tudo e que perdeu a linha de usar dinheiro público e a máquina pública para tentar interferir nas eleições”, afirmou Flávio.
Lula também criticou a oposição política, afirmando que o país terá que escolher “entre o fortalecimento do regime democrático e a barbárie”. “O povo é soberano e o resultado do povo será acatado por todos os 215 milhões de brasileiros”, completou.
Também de manhã, Romeu Zema, candidato pelo Novo, votou em Araxá (MG), Ronaldo Caiado em Nova Crixás (GO), Renan Santos na capital paulista, em uma escola no bairro Vila Friburgo e Augusto Cury, em Colina (SP).
Mesmo sendo proibido por lei, Zema entrou na cabine de votação portando o celular. Ele negou que tenha usado o aparelho durante o voto e justificou que esqueceu e não foi lembrado pelos mesários de não entrar com o telefone no local. Sobre as expectativas, Zema disse que “vai continuar a luta, independentemente do resultado”.
Caiado afirmou, após votar, estar com a “sensação de dever cumprido”. Cury defendeu o fim da reeleição e disse que o atual ambiente político é “tóxico” e “uma guerra de egos”. Renan também declarou que esta é a “eleição mais bizarra de todas” ao criticar a polarização e a falta de discussão de propostas.
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