Na TV, Flávio mira as mulheres, e Lula aposta em Alckmin para virar votos da direita
Senador apareceu ao lado de Fernanda Bolsonaro, enquanto presidente fez discurso para eleitores indecisos
2026|Do R7
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Os candidatos à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), apostaram em discursos para diferentes eleitores no horário eleitoral desta quarta-feira (21). Enquanto o senador enfatizou as mulheres, ao lado da esposa Fernanda Bolsonaro, o presidente mirou os indecisos e aqueles que votaram nulo ou não foram às urnas no primeiro turno.
Flávio Bolsonaro (PL)
Flávio dedicou a propaganda na TV para conversar com as mulheres e apresentar propostas ao eleitorado feminino. O senador voltou a afirmar que não acabará com o Bolsa Família, e sim irá apresentar um plano para incentivar os beneficiários a montar o próprio negócio e aumentar a renda mensal familiar.
O candidato do PL prometeu o lançamento do programa Brasil por Elas para combater a violência contra a mulher e garantir prosperidade financeira ao eleitorado feminino. Ele também ressaltou que promoverá assistência para mães atípicas e crianças com deficiência, além de desenvolver o vale-creche, que vai garantir vaga gratuita em creches particulares, caso as públicas estejam lotadas.
Flávio convidou a esposa, a dentista Fernanda Bolsonaro, para falar sobre os programas e sua boa relação em casa.
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Lula (PT)
Enquanto isso, o presidente Lula apostou nas abstenções e nos eleitores indecisos, trazendo figuras associadas à direita para discursar e “virar o voto”. O vice-presidente Geraldo Alckmin falou sobre os planos de governo e o ex-ministro do governo de Jair Bolsonaro, o General Santos Cruz, criticou o bolsonarismo e expôs fraquezas do mandato do pai de Flávio Bolsonaro.
A propaganda ainda teve a aparição da jornalista e apresentadora Fátima Bernardes, que destacou a luta pela democracia e que, para votar em Lula, o eleitor não precisa ser de direita ou de esquerda.
Lula ainda voltou a criticar o “tesouraço” proposto por Flávio, mas, desta vez, disse que os cortes vão interferir na construção de novas obras pelo país, como estradas, escolas e postos de saúde, que foram feitos ao longo do seu mandato.
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