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Pazolini cobra rigor após aliado de Ferraço ser afastado por suspeita de coação eleitoral

Aliado de Flávio Bolsonaro e Tarcísio, candidato do Republicanos defende liberdade de voto na reta final da disputa com o MDB

2026|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Lorenzo Pazolini, apoiado por Flávio Bolsonaro e Tarcísio de Freitas, solicita investigação rigorosa sobre suspeitas de coação eleitoral envolvendo aliado de Ricardo Ferraço.
  • Lastênio Cardoso, prefeito de Baixo Guandu, foi afastado após vídeo associar demissões e continuidade de obras à derrota de Ferraço.
  • Tribunal Regional Eleitoral do Espírito Santo proibiu Lastênio de acessar o órgão público e a Polícia Federal realizou busca e apreensão de materiais de campanha.
  • Pazolini defende que servidores não devem ser pressionados entre emprego e voto, enfatizando a importância da liberdade eleitoral.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Pazolini (foto) quer apuração rigorosa contra aliado de Ricardo Ferraço, rival nas urnas no domingo Divulgação/Campanha Lorenzo Pazolini

Apoiado por Flávio Bolsonaro e Tarcísio de Freitas, Lorenzo Pazolini (Republicanos) cobra apuração rigorosa das suspeitas de coação eleitoral que levaram ao afastamento de um aliado de Ricardo Ferraço (MDB), seu adversário no segundo turno. A decisão da Justiça Eleitoral foi cumprida nesta segunda-feira (19), durante a Operação 1932, da Polícia Federal.

O alvo é Lastênio Cardoso (MDB), prefeito de Baixo Guandu, que relacionou uma eventual derrota de Ferraço à possibilidade de demitir cerca de 700 pessoas. A investigação começou após a divulgação de um vídeo, em 10 de outubro, no qual o prefeito também associava a continuidade de obras e serviços municipais à vitória do candidato que apoia.

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Além do afastamento, o Tribunal Regional Eleitoral do Espírito Santo proibiu Lastênio de acessar as dependências do órgão público. A PF cumpriu dois mandados de busca e apreensão e uma busca pessoal. Materiais de campanha foram recolhidos para análise.

“Nenhum servidor pode ser colocado diante da escolha entre o emprego e o voto. A máquina pública não pertence a um partido. As suspeitas precisam ser investigadas com rigor, e cada eleitor deve ter sua liberdade respeitada”, afirma Pazolini.

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