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Presidente do PL diz que Jair Bolsonaro vai participar muito de um governo de Flávio

Candidato à Presidência pelo Partido Liberal liderou no primeiro turno e já afirmou que conta com apoio do pai

2026|Da Reuters

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Valdemar Costa Neto afirma que Jair Bolsonaro participará ativamente de um possível governo de Flávio Bolsonaro, mas sem ocupar cargo oficial.
  • Jair Bolsonaro está em prisão domiciliar após condenação por tentativa de golpe de Estado pelo STF.
  • Flávio Bolsonaro pretende trabalhar pela anistia do pai e outros condenados pelo STF.
  • Senadores eleitos pelo PL planejam discutir impeachments de ministros do Supremo, mas buscam equilíbrio para o progresso do país.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Ex-presidente Jair Bolsonaro ajudará filho em eventual mandato Divulgação/PL

O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, disse nesta segunda-feira que o ex-presidente Jair Bolsonaro vai participar muito de um eventual governo do primogênito dele, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), mas não ocupará um cargo na gestão federal.

“Bolsonaro vai participar muito dessa administração, não tenho dúvida disso”, disse o dirigente partidário.

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“Não vai ser ministro, mas vai dar opinião”, emendou ele, em entrevista à GloboNews.

Jair Bolsonaro cumpre prisão domiciliar após ter sido condenado pelo STF (Supremo Tribunal Federal) por tentativa de golpe de Estado para impedir, no início de 2023, a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O petista é candidato à reeleição e terminou o primeiro turno atrás de Flávio Bolsonaro, contrariando o que apontavam as principais pesquisas de intenção de voto.

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Flávio já disse em diversas falas públicas que vai trabalhar pela anistia do seu pai e de outros condenados por tentativa de golpe pelo STF.

Veja Também

Impeachments de ministros do STF

O dirigente partidário disse que os senadores eleitos devem fazer a discussão sobre eventuais impeachments de ministros do Supremo, lembrando que eles têm muita força e independência para atuar. Mas alertou que não se pode “colocar fogo” no país.

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Essa foi uma das principais bandeiras dos senadores eleitos pelo PL, que fará, a partir do próximo ano, a maior bancada desde a Constituição de 1988, com 28 senadores.

“Precisamos tocar um país para frente, segurar gastos”, disse.

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“Não podemos colocar fogo no país, isso não interessa para ninguém e temos que ter equilíbrio no Senado para que a gente possa melhorar o país”, avaliou.

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