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Trump e aliados Milei, Bukele e Espriella silenciam sobre reeleição de Lula

Outros presidentes de direita da região, como Kast, Noboa e Peña, parabenizaram o petista

2026|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Trump e líderes latino-americanos aliados, como Milei, Bukele e Espriella, permanecem em silêncio sobre a reeleição de Lula.
  • Governantes de direita da região, como Kast, Noboa e Peña, parabenizaram Lula e destacaram a relação entre os países.
  • Trump evitou tomar posição durante a campanha, e seu silêncio foi visto como uma estratégia para não prejudicar Flávio Bolsonaro.
  • Flávio Bolsonaro recusa-se a reconhecer a derrota e planeja pedir a anulação da eleição devido à decisão do STF.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Javier Milei foi um dos principais apoiadores públicos de Flávio Bolsonaro Marina Uezima/Agência O Dia/Estadão Conteúdo - 25.07.2026

A Casa Branca e líderes latino-americanos alinhados ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que habitualmente são rápidos para parabenizar líderes eleitos, optaram pelo silêncio sobre a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Entre eles estão o argentino Javier Milei, o salvadorenho Nayib Bukele e o colombiano Abelardo de la Espriella, que declaração apoio a Flávio Bolsonaro (PL) ao longo do processo eleitoral.

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O silêncio contrasta com a reação de outros governantes de direita da região.

O chileno José Antonio Kast telefonou para Lula e defendeu uma agenda conjunta de integração econômica e combate ao crime organizado.

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O equatoriano Daniel Noboa, o paraguaio Santiago Peña e o boliviano Rodrigo Paz também parabenizaram o brasileiro e destacaram a relação entre os países.

Milei trocou críticas com Lula

O argentino Javier Milei foi um dos principais apoiadores internacionais de Flávio Bolsonaro (PL) na campanha e esteve no lançamento da candidatura do senador.

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O presidente argentino e Lula trocaram críticas públicas várias vezes nos últimos anos, e Milei voltou a atacar o petista a seis dias do segundo turno. Na Argentina, a ex-presidente Cristina Kirchner foi uma das primeiras a cumprimentar Lula.

Donald Trump e Marco Rubio

Trump evitou tomar posição durante toda a campanha. Recentemente, ele disse que os Estados Unidos acompanhavam a eleição brasileira, sem declarar apoio a nenhum dos candidatos.

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Em outubro, o jornal americano The Washington Post publicou que o silêncio de Trump e do secretário de Estado, Marco Rubio, sobre o Brasil era uma estratégia para não prejudicar Flávio.

Segundo um assessor da Casa Branca ouvido pelo jornal, manifestações mais duras poderiam ajudar Lula a usar a interferência americana como argumento de campanha.

Nos Estados Unidos, a principal manifestação veio da oposição a Trump. O senador Bernie Sanders classificou a reeleição como uma “extraordinária vitória”. O governador da Califórnia, Gavin Newsom, também cumprimentou o Brasil pelo resultado.

Flávio não reconheceu derrota

O silêncio dos aliados de Trump coincide com a recusa de Flávio em reconhecer a derrota.

O candidato do PL afirmou que é “impossível” aceitar o resultado e que vai pedir a anulação da eleição, por causa da decisão do ministro Cristiano Zanin, do STF (Supremo Tribunal Federal), que prorrogou o horário de votação.

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