Confira as sete cidades que vão escolher novos prefeitos no 2º turno das eleições de 2026
Outros seis municípios marcaram eleições suplementares para dezembro; eleições vão substituir prefeitos cassados
2026|Do R7
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Além de escolher o presidente da República e seis governadores, o segundo turno das eleições de 2026 vai eleger também sete novos prefeitos pelo país. As cidades vão ter que escolher novos representantes para o executivo municipal após os prefeitos eleitos em 2024 terem os mandatos cassados.
Terão eleição suplementar no domingo, dia 25 de outubro, as cidades de Arroio do Sal (RS), Santana do Itararé (PR), Macedônia (SP), Martinópolis (SP), Narandiba (SP), Itaguaí (RJ) e Goiatins (TO). Apenas em Goiatins, no Tocantins, o eleitor vai votar também para governador do estado.
Mandatos cassados pela Justiça
Nas setes cidades que vão ter novas eleições, os prefeitos escolhidos pela população nas eleições municipais de 2024 foram cassados pela Justiça.
Os prefeitos das três cidades paulistas — Macedônia, Martinópolis e Narandiba — e de Arroio do Sal, no Rio Grande do Sul, perderam os mandatos por abuso de poder ecônomico.
Em Goiatins e Santana do Itararé, a Justiça condenou os chefes do executivo por captação ilícita de sufrágio, a famosa compra de votos. Já em Itaguaí, no Rio de Janeiro, o prefeito teve o registro da candidatura barrado, mais de um ano após as eleições. Ele disputou e venceu o pleito de 2024, mas o novo mandato que conquistou nas urnas seria o terceiro consecutivo, o que é proibido pela Legislação.
Seis cidades votam em 6 de dezembro
Outras seis cidades terão eleições para prefeito pouco mais de um mês depois do segundo turno. As cidades de Buritis, Francisco Sá, Grupiara e Santo Antônio do Rio Abaixo, em Minas Gerais, e de Sarutaiá e Conchas, em São Paulo, votam para prefeito em 6 de dezembro.
Em Grupiara e Santo Antônio do Rio Abaixo, os prefeitos eleitos perderam o mandato por abuso de poder político. Já em Sarutaiá e Buritis, a Justiça identificou casos de compra de votos. Por sua vez, a prefeita de Francisco Sá foi cassada depois de tomar posse por ser ex-esposa do então prefeito da cidade.
O único caso diferente é o de Conchas. O prefeito teve o mandato cassado não pela Justiça, mas pela Câmara de Vereadores da cidade. Os parlamentares municipais entenderam que o chefe do executivo cometeu infrações político-administrativas. O vice-prefeito, que havia tomado posse, renunciou ao cargo posteriormente.
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O que diz a lei sobre eleições suplementares
O Código Eleitoral brasileiro prevê eleições suplementares sempre que a chapa vencedora de uma eleição majoritária tiver o registro ou o mandato cassado, independentemente do número de votos anulados.
Além dessas cidades, outras 14 já tiveram eleições para prefeito em 2026. Os mandatos vão até 2028, quando todo o país volta às urnas para eleger os cargos municipais.
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