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‘A possibilidade de um acordo é quase nula’, afirma consultor de risco político sobre paz no Irã

Especialista enxerga que o fanatismo das tropas iranianas faz com que o país continue a lutar

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O governo iraniano está em conversações com Catar, Omã e Paquistão para evitar a escalada da guerra no Oriente Médio.
  • O consultor de risco político Marcelo Suano é pessimista sobre a paz, afirmando que a possibilidade de um acordo é quase nula devido ao fanatismo das tropas iranianas.
  • Suano acredita que a estratégia iraniana visa desestabilizar a economia internacional para afetar os países ocidentais.
  • As ameaças de Trump são vistas como um risco para sua credibilidade internacional, enquanto o regime iraniano se vitimiza ao culpar ataques externos pelo sofrimento do povo.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Teerã afirmou que o governo iraniano segue nas conversas com Catar, Omã e Paquistão para evitar um agravamento da guerra, mesmo com a escalada dos ataques no Oriente Médio. A informação trouxe esperanças à diplomacia internacional para a paz no Irã. A análise do consultor de risco político Marcelo Suano é pessimista, contudo: “A possibilidade de um acordo é quase nula”.

“Por uma razão simples. Veja, ao Irã não interessa ceder. Por qual razão? Ele tem tropas que são fanáticas. [...] Eles têm um conjunto de indivíduos que estão dispostos a ir até o fim”, explicou ao Conexão Record News desta segunda-feira (13). Para o especialista, a estratégia iraniana neste momento se resume a afetar a economia internacional para instabilizar os países ocidentais.


“As sociedades desses atores não são tão controladas quanto a sociedade iraniana. O que elas vão fazer? Derrubar os governos e buscar uma pacificação. O que o Irã faz? Preserva o regime, preserva a estrutura política e mantém a tirania sobre o povo”, pondera Suano, que enxerga nas ameaças de Trump um risco para a credibilidade internacional que o líder possui.

“Ele diz: ‘Vamos aniquilar o Irã’. Não é bem isso. [...] Aniquilar o Irã significa que ele vai ter que usar grandes bombardeios ou fazer uma incursão terrestre. [...] Vai atingir a população iraniana. O que o regime faz? Vitimiza-se, diz: ‘Está vendo? Eles estão massacrando o nosso povo’. O que é uma mentira, quem massacra o povo iraniano é o regime”, conclui o consultor.

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