Alerta de tsunami da Indonésia falhou no 'último km'
Saldo de mortes confirmadas após terremoto e tsunami que atingiram a ilha na sexta-feira (28) chegou a 844 e deve aumentar nos próximos dias
Internacional|Do R7

Alertas de tsunami à população local da ilha de Sulawesi, atingida por um terremoto, falharam no "último quilômetro", fazendo muitos se surpreenderem com as ondas de até 6 metros de altura, de acordo com um centro de pesquisa alemão que desenvolveu um sistema de alerta usado na Indonésia.
Surgiram dúvidas sobre a razão de os sistemas de alerta aparentemente terem falhado depois que um terremoto de magnitude 7.5 graus ocorreu no litoral indonésio na sexta-feira (28).
O saldo de mortes confirmadas do tremor e do tsunami subsequente chegou a 844 nesta segunda-feira, e deve aumentar.
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"O problema foi a comunicação entre as autoridades locais e as pessoas, por exemplo na praia, como em Sulawesi", disse Joern Lauterjung, diretor de geosserviços da GFZ, à Reuters TV.
A Alemanha disponibilizou um sistema de alerta desenvolvido pelo GFZ à Indonésia depois que um tsunami devastador matou 226 mil pessoas em 2004.
Lauterjung afirmou que o sistema funcionou como planejado, prevendo ondas de até 3 metros no noroeste de Sulawesi.
"Se você olhar toda a cadeia de alerta, da criação de um sinal de alerta até o último quilômetro, como dizemos, até a população local em perigo, houve um problema ali", disse. "Por exemplo, parece que sirenes não funcionaram, e não houve alertas à população local com alto-falantes em vans da polícia", acrescentou.
Autoridades da Indonésia se apressavam nesta segunda-feira (1) para levar ajuda à ilha de Sulawesi após um terremoto de magnitude 7.5 na escala Richter atingir a ilha de nesta sexta-feira. Logo após o tremor, um tsunami com ondas de até 2 metros de alt...
Autoridades da Indonésia se apressavam nesta segunda-feira (1) para levar ajuda à ilha de Sulawesi após um terremoto de magnitude 7.5 na escala Richter atingir a ilha de nesta sexta-feira. Logo após o tremor, um tsunami com ondas de até 2 metros de altura atingiu as cidades de Palu e Dongala, no norte do país *Estagiária do R7 sob supervisão de Cristina Charão





























