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Angelina Jolie visitará fronteira entre Colômbia e Venezuela

Atriz vai observar diretamente a ajuda humanitária aos venezuelanos que diariamente abandonam o país por causa da crise econômica e política

Internacional|Da EFE

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Atriz visitará fronteira entre Colômbia e Venezuela
Atriz visitará fronteira entre Colômbia e Venezuela

A atriz americana Angelina Jolie estará nesta sexta-feira (7) na fronteira da Colômbia com a Venezuela para observar diretamente a ajuda humanitária aos venezuelanos que diariamente abandonam o país, anunciou em Genebra a Agência das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur).

Esta organização e a Organização Internacional para as Migrações (OIM) informaram em um documento divulgado hoje que o número de venezuelanos que deixaram o país por causa da crise supera a barreira dos quatro milhões.


Angelina cumprirá uma missão de dois dias, durante os quais verá uma forma para que Colômbia e outros países receptores da região enfrentem esta crise sem precedentes, que transformou os venezuelanos em um dos maiores grupos de populações deslocadas do mundo.

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A atriz e produtora de cinema é enviada especial do Acnur desde 2012, mas colabora ativamente desde 2001 com esta organização da ONU, com a qual desenvolve uma intensa e comprometida atividade humanitária.


Nesta ocasião, Angelina será acompanhada pela alta comissária adjunta para os refugiados, Kelly Clements, e durante sua estadia na Colômbia será recebida por autoridades e representantes de entidades que colaboraram nos esforços para ajudar a comunidade venezuelana.

Também está previsto que se reúna com colombianos que hospedam refugiados ou imigrantes venezuelanos.


A última visita de Angelina à América Latina em missão diplomática em representação do Acnur foi também relacionada com a situação do êxodo de venezuelanos e aconteceu em outubro de 2018 ao Peru.

Anteriormente, em julho, a atriz tinha visitado um campo de refugiados no Iraque e em fevereiro a região de Bangladesh onde estão mais de 700 mil refugiados rohingyás, que fugiram de Mianmar devido a ataques e perseguição armada do exército birmanês.

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