Apesar de não se envolver em guerras, China financia aliados ‘debaixo dos panos’; veja análise
Parceria entre China e Rússia estaria ameaçada, contudo, no caso de um acidente nuclear em Zaporizhzhia
Internacional|Do R7, com RECORD NEWS
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A descoberta de um acordo por agências europeias de inteligência revelou que as forças armadas chinesas teriam treinado no próprio país cerca de 200 soldados russos no final de 2025. O acordo também previa que centenas de militares do país asiático fossem treinados em instalações russas. Em ambos os casos, os exercícios seriam focados no manejo de drones.
“Xi Jinping já falou várias vezes que tem uma parceria ilimitada com a Rússia e que a relação dos dois países é sólida como rocha. A China não quer se envolver diretamente na guerra, mas, por debaixo dos panos, continua financiando o aliado”, analisou o professor de relações públicas da UFF (Universidade Federal do Fluminense) e pesquisador de Harvard Vitelio Brustolin.
Durante o Conexão Record News da terça (19), o especialista elaborou que tais reforços se provam necessários, uma vez que a Rússia perdeu a autonomia que possuía antes de entrar na guerra da Ucrânia. “Se perdesse o apoio da China, a Rússia [...] não conseguiria sustentar a guerra por muito tempo”.
A aliança, contudo, pode ser desmanchada caso armas nucleares sejam utilizadas ou ocorra um acidente nuclear na usina de Zaporizhzhia: “Se isso acontecer, a gente pode ver tanto a China tomando uma outra posição em relação à Rússia como também países da Europa em relação a essa guerra, porque a radiação acabaria vazando”.
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