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Ban defende solução negociada em debate sobre intervenção militar

Internacional|Do R7

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Nações Unidas, 26 ago (EFE).- O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, renovou nesta segunda-feira sua aposta em uma solução "negociada" para o conflito na Síria, em meio ao debate aberto em vários países ocidentais sobre uma possível intervenção militar. "O secretário-geral continua concentrado em conseguir uma solução negociada para o conflito e fazendo tudo o que pode para refrear a violência na Síria", disse hoje à imprensa um dos porta-vozes da ONU, Farhan Haq. Ban acredita que o conflito causou "sofrimento demais" e que a única maneira de resolvê-lo é através do diálogo, daí que reiterou a importância de uma conferência internacional em Genebra para abordar a crise síria, acrescentou o porta-voz. Para isso, disse Haq, o secretário-geral intensificou nos últimos dias os contatos por telefone com vários líderes mundiais, tanto com os da região quanto com outros dirigentes com interesses no conflito sírio. A ONU insistiu hoje que a única opção para acabar com a guerra civil na Síria é uma saída política, depois que este fim de semana se multiplicaram as especulações sobre uma possível intervenção militar. Enquanto, o ministro britânico de Relações Exteriores, William Hague, disse hoje que o Reino Unido "não vai a descartar nada", incluindo uma reação sem contar com o apoio unânime da ONU, ao considerar que a pressão diplomática não funcionou. Por sua vez, o presidente da França, François Hollande, foi além e disse que ao longo desta semana chegará a resposta da comunidade internacional ao suposto ataque químico nos arredores de Damasco. "Tudo será decidido nesta semana. Há várias opções sobre a mesa, que vão do reforço das sanções internacionais às incursões aéreas, passando por armar os rebeldes", disse o chefe de Estado francês ao jornal "Le Parisien". Por sua vez, a União Europeia evitou nesta segunda-feira se pronunciar sobre uma possível intervenção militar, e se limitou a dizer que espera os resultados da missão de investigação da ONU sobre o possível uso de armas químicas. EFE elr/tr

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