Banco Mundial suspende ajuda a Uganda por lei antigay
O país aprovou uma nova legislação que endure penas a homossexuais
Internacional|Ansa
O Banco Mundial suspendeu um empréstimo de R$ 210 milhões (US$ 90 milhões) a Uganda, após o presidente do país africano, Yoweri Museveni, afirmar que os gays são "nojentos" e aprovar uma nova legislação que endurece penas contra homossexuais.
A verba seria usada para reforçar o sistema de assistência sanitária de Uganda.
A decisão do Banco Mundial segue as medidas adotadas também por países como Dinamarca e Holanda, que suspenderam seus programas de ajuda ao país.
Em alguns países, ser gay dá cadeia e até pena de morte
"O comportamento sexual é uma questão de escolha e os homossexuais são nojentos", afirmou Museveni.
"Ser homossexual não é natural, não é um direito humano", disse o mandatário de Uganda, após assinar uma lei que estabelece pena de até 14 anos para gays e prevê prisão perpétua para reincidentes.
Os cidadãos também poder ser punidos por não denunciarem pessoas suspeitas de serem homossexuais.










