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Bombardeios do regime sírio em 2014 deixaram pelo menos 6.553 civis mortos

Desse total, pelo menos 1.814 eram menores e 965 mulheres

Internacional|Do R7

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Fevereiro e setembro de 2014 foram os meses mais sangrentos na Síria, com 811 e 712 vítimas
Fevereiro e setembro de 2014 foram os meses mais sangrentos na Síria, com 811 e 712 vítimas

Pelo menos 6.553 civis morreram em 2014, mais da metade em Aleppo, em ataques da aviação do regime de Bashar al Assad na Síria, conforme uma apuração publicada nesta segunda-feira (5) pelo Observatório Sírio de Direitos Humanos.

Desse total, pelo menos 1.814 eram menores e 965 mulheres. Além disso, os bombardeios de aviões e helicópteros militares, que lançavam barris de explosivos, deixaram mais de 40 mil feridos no ano passado, alguns com lesões permanentes.


Segundo a organização, os meses mais sangrentos foram fevereiro e setembro, com 811 e 712 vítimas, respectivamente.

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Em 22 de fevereiro do ano passado, o Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas) adotou uma resolução na qual pedia a todas as partes "cessar imediatamente os ataques contra civis", os bombardeios indiscriminados de áreas povoadas e "o uso de barris de explosivos".


O Observatório reiterou seu pedido à ONU para que pressione o Conselho de Segurança a fim de que apresente os crimes de guerra e contra a humanidade cometidos neste país ao Tribunal Penal Internacional para que seus autores sejam julgados.

O território sírio é palco de um conflito desde março de 2011 que já causou a morte de mais de 200 mil pessoas, segundo a ONU.

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