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Brasil defende necessidade de ação diplomática "firme" no conflito sírio

Internacional|Do R7

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Brasília, 16 set (EFE).- O ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, afirmou nesta segunda-feira que a decisão da Síria de entregar suas armas químicas deve desencorajar um ataque contra o país árabe e abrir caminho para uma "firme" ação diplomática para pôr fim ao conflito. Figueiredo disse em entrevista coletiva que do ponto de vista brasileiro "não existe uma solução militar" para a guerra civil na Síria. O chanceler afirmou que a iniciativas diplomáticas devem ser reforçadas para se um conseguir um "diálogo" e uma "paz duradoura". O ministro frisou a "satisfação" do Brasil com "os últimos passos" dados em relação ao conflito, entre os quais citou a decisão da Síria de aderir à Convenção Internacional para a Proibição das Armas Químicas e o anúncio de que entregará seu arsenal químico. Figueiredo também afirmou que a comunidade internacional e o Conselho de Segurança da ONU devem adotar medidas enérgicas para impedir o tráfico de armas convencionais para a Síria. "Esperamos que o Conselho de Segurança da ONU saia de seu imobilismo" em relação ao conflito sírio "e assuma a responsabilidade" que lhe cabe "para criar as condições necessárias para um diálogo" entre os rebeldes e o regime de Bashar ao Assad, afirmou o chanceler. Nesse sentido, reiterou o apoio do Brasil à realização de uma nova conferência internacional que busque alternativas para acabar com um conflito que considerou uma "autêntica catástrofe humanitária". EFE ed/dk (foto)

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