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Carlos, o Chacal, recorre de condenção à prisão perpétua na França

O acusado exigiu novos advogados e afirma que o Estado venezuelano tenta sabotar sua defesa 

Internacional|Do R7

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Quando o tribunal concordou em fornecer-lhe dois advogados financiados pelo Estado francês, Ramírez respondeu: "uma loira e uma morena".
Quando o tribunal concordou em fornecer-lhe dois advogados financiados pelo Estado francês, Ramírez respondeu: "uma loira e uma morena".

Carlos, o Chacal, o militante marxista que já esteve entre os criminosos mais procurados do mundo, apresentou recurso nesta segunda-feira (13) contra condenção à prisão perpétua por atentados que mataram 11 pessoas há 30 anos.

O réu venezuelano, de 63 anos, cujo nome real é Ilich Ramírez Sánchez, está preso na França há quase 20 anos, cumprindo uma sentença de prisão perpétua por outro crime: o assassinato de dois policiais e um informante em Paris, em 1975.


A audiência em Paris foi suspensa porque Ramírez exigiu novos advogados e acusou o Estado venezuelano de tentar sabotar sua defesa por não fornecer o apoio financeiro prometido para sua atual equipe legal.

— Nós não temos fundos, meus advogados não deveriam ter que pagar as despesas de seu próprio bolso.


Quando o tribunal concordou em fornecer-lhe dois advogados financiados pelo Estado francês, Ramírez emitiu uma resposta irônica e foi repreendido pelo presidente do tribunal.

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O ex-líder venezuelano Hugo Chávez, que morreu em março, era um defensor ferrenho do homem que se autodenomina um "revolucionário profissional", mas não se sabe se ele forneceu apoio financeiro ao Chacal.


Ramírez, vestido com uma camisa branca e terno preto, negou qualquer envolvimento específico com quatro atentados cometidos em 1982 e 1983 em uma rua de Paris, dois trens e uma estação de trem de Marselha, que feriram cerca de 200 pessoas e mataram 11.

Promotores em seu julgamento de 2011 disseram que os atentados foram a resposta de Ramírez à prisão de dois membros de sua quadrilha, entre eles sua amante.

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