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China promete justiça após Estado Islâmico matar refém chinês

Internacional|Do R7

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Por Ben Blanchard e Joseph Campbell

PEQUIM (Reuters) - A China prometeu nesta quinta-feira levar à Justiça os responsáveis ​​pela morte de um de seus cidadãos, após o Estado Islâmico ter anunciado que executou um refém chinês, o único dessa nacionalidade que o grupo teria sequestrado.


O Estado Islâmico disse na quarta-feira que tinha matado um refém chinês e um norueguês, mostrando imagens que parecem ser de homens mortos sob um cartaz com os dizeres "Executado" na última edição de sua revista online de língua inglesa, Dabiq.

O grupo não deu detalhes na revista sobre como, quando ou onde os homens foram mortos.


Em um breve comunicado, o Ministério das Relações Exteriores da China confirmou pela primeira vez a identidade do homem, Fan Jinghui, dizendo que ele havia sido "cruelmente assassinado". O ministério tinha dito em setembro que um de seus cidadãos parecia estar em cativeiro do Estado Islâmico.

O governo chinês tinha ativado um mecanismo de emergência para tentar resgatá-lo, mas ele foi morto, no entanto, a "sangue frio", disse o ministério, que não deu detalhes sobre como o Estado Islâmico o capturou.


"O governo chinês condena veementemente esse ato selvagem desprovido de humanidade e certamente vai levar os criminosos à Justiça", disse o comunicado. "O governo chinês vai resolutamente opor-se a todas as formas de terrorismo e resolutamente atacar quaisquer atividades criminosas terroristas violentas que desafiem as linhas básicas da cultura humana", acrescentou, destacando que a China iria reforçar a cooperação antiterrorismo com a comunidade internacional.

O grupo militante havia antes identificado Fan como consultor freelance de 50 anos de idade, de Pequim.

(Reportagem de Michael Perry e Nick Macfie)

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