Colômbia é o maior laboratório para saber qual a solução para o narcotráfico no mundo; veja análise
Segundo Leonardo Trevisan, até o momento tanto as abordagens da esquerda quanto da direita para o problema fracassaram
Internacional|Do R7, com RECORD NEWS
LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA
Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7
O candidato de direita Abelardo de la Espriella tornou-se o novo presidente da Colômbia ao vencer o segundo turno das eleições no país. O advogado e empresário fez uma campanha com discursos fortes contra o sistema político tradicional, defendendo uma linha dura na segurança pública.
De la Espriella focou a campanha na repressão aos grupos armados presentes no país e ao narcotráfico, além de confirmar futuras ações para fortalecer o militarismo colombiano e a construção de megapresídios.
Veja Também
Em entrevista ao Conexão Record News, o professor de relações internacionais Leonardo Trevisan explicou que as mudanças propostas por Abelardo de la Espriella são muito fortes, já que todo o mandato de Gustavo Petro — presidente anterior — foi baseado na negociação com guerrilhas e o narcotráfico. Apesar do contraste entre as linhas de governo, o especialista apontou que tanto o modelo de governança de Petro quanto uma linha mais dura, vista anteriormente no país, não foram caminhos políticos bem-sucedidos para combater o crime organizado.
“A pergunta óbvia: ‘se não adianta negociar, se não adianta pressionar forte, o que fazer com o tráfico de drogas?’. Essa é a questão. É devolver ao espaço político esse combate. Não há dúvida nenhuma de que a Colômbia é talvez o maior laboratório de que tipo de solução se dá para o problema das drogas, que é tão danoso, tão preocupante, para o mundo inteiro”, argumentou Trevisan.
Análises, entrevistas e as notícias do Brasil e do mundo estão na RECORD NEWS. Acesse o site aqui e confira os principais conteúdos em texto e vídeo!













