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EUA esperam que espionagem não atrapalhe interesses comerciais do país

Americanos e UE estão negociando para criar uma das maiores zona de livre comércio do mundo

Internacional|Do R7

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O Gabinete do USTR (Representante americano do Comércio Exterior) declarou nesta terça-feira (29) que seria lamentável se a crise provocada pela espionagem dos Estados Unidos a líderes europeus interrompesse as negociações para criar uma zona de livre comércio com a União Europeia.

"Seria uma pena deixar que essas questões, apesar de importantes, tirem o foco do nosso objetivo comum de negociar um (...) bom acordo para aumentar o comércio bilateral e os investimentos, apoiar a criação de emprego e aumentar a nossa competitividade internacional", indicou o porta-voz do USTR.


As recentes revelações sobre a espionagem por parte da NSA (Agência de Segurança Nacional ) em países como França e Espanha, bem como o possível grampeamento da chanceler alemã, Angela Merkel, provocaram uma tempestade diplomática.

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"As discussões sobre as atividades de vigilância da NSA são independentes das nossas negociações comerciais", ressaltou o porta-voz.


Americanos e europeus estão em negociações complexas para criar uma das maiores zona de livre comércio do mundo.

A primeira rodada de discussões ocorreu em julho, em meio às primeiras revelações sobre a espionagem da NSA.


A segunda rodada, entretanto, foi adiada por tempo indeterminado após a paralisação parcial dos serviços públicos nos Estados Unidos durante a primeira quinzena de outubro.

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