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EUA estão indecisos se reconhecem Maduro presidente em meio a disputa, diz Kerry

Internacional|Do R7

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WASHIGNTON, 17 Abr (Reuters) - Os Estados Unidos ainda não decidiram se reconhecem Nicolás Maduro como presidente da Venezuela, à espera de um esclarecimento da controvérsia sobre a recontagem dos votos, disse o secretário de Estado norte-americano, John Kerry, nesta quarta-feira.

"Essa avaliação tem que ser feita e eu ainda não a fiz", disse ele à Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados, quando perguntado se Washington reconhecerá o resultado das eleições de domingo, contestada pela oposição.


"Achamos que deve haver uma recontagem", Kerry disse aos legisladores.

Governo e oposição se acusam por violência que deixou sete mortos na Venezuela


O líder da oposição venezuelana Henrique Capriles exigiu uma recontagem após os resultados oficiais darem uma vitória estreita a Maduro, o sucessor escolhido pelo líder socialista falecido Hugo Chávez.

Maduro foi declarado presidente eleito na segunda-feira, mas a diferença de menos de 2 pontos percentuais para o adversário Henrique Capriles e várias alegações de irregularidades durante as eleições deixaram os ânimos exaltados no país polarizado.


Espanha reconhece vitória de Maduro e encerra crise diplomática

A Espanha reconheceu hoje a vitória eleitoral de Nicolás Maduro na Venezuela. Com a atitude, Madri considera encerrada a crise diplomática com Caracas.


A Venezuela chamou recentemente seu embaixador na Espanha, Bernardo Álvarez, para consultas, após o ministro de Relações Exteriores espanhol, José Manuel Garcia-Margallo, pedir para que os resultados eleitorais no país fossem "confirmados o quanto antes".

Para mostrar que este se tratou de um "mal-entendido", o Escritório de Informações Diplomáticas de Madri divulgou um comunicado na noite desta terça-feira, esclarecendo que "o governo da Espanha respeita a proclamação feita pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE) de Nicolás Maduro como presidente eleito da República Bolivariana da Venezuela".

Maduro, por sua vez, elogiou a medida após ter apelado para o respeito recíproco entre os dois países.

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