EUA sinalizam que novas tarifas podem aumentar ou diminuir, a depender do Brasil
Documento de área de comércio atrela desdobramentos de taxas à condução brasileira; governo considera aplicar reciprocidade
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7
O relatório divulgado pelo USTR (Escritório do Representante do Comércio dos Estados Unidos) ligado às novas tarifas de 25% a produtos brasileiros considera que as novas taxas podem aumentar ou diminuir, a depender da resposta brasileira.
“Uma medida adotada pelo Brasil que reduza o ônus ou a restrição ao comércio dos EUA pode indicar que uma ação dos EUA nesse nível não é mais adequada para obter a eliminação dos atos, políticas e práticas do Brasil considerados passíveis de ação nesta investigação”, diz trecho do documento final da ação. A peça conta com 138 páginas.
Em outra frente, o documento cita a possibilidade de que o país eleve tarifas caso haja alguma resposta semelhante do Brasil. A sinlização, divulgada na quarta-feira (15), pode ser vista como um recado caso o Brasil opte pela reciprocidade.
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A chance de responder na mesma maneira está entre as alternativas avaliadas pelo governo brasileiro e é uma opção desde o primeiro tarifaço de Donald Trump, de 50%, anunciado há um ano.
“Da mesma forma, uma medida adotada pelo Brasil que aumente o ônus ou a restrição ao comércio dos EUA — como o aumento de tarifas sobre produtos dos Estados Unidos, em vez de abordar as preocupações dos EUA quanto às práticas desleais constatadas na investigação — pode indicar que uma ação dos EUA nesse nível não é suficiente”, afirma o escritório.
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