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Evo Morales pode se candidatar a terceiro mandato, anuncia Tribunal Constitucional da Bolívia

Morales assumiu seu primeiro mandato em 2006 e seu segundo, regido pela nova Constituição, em 2010 até 2015. As eleições gerais estão previstas para dezembro de 2014

Internacional|Do R7

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O Tribunal Constitucional da Bolívia anunciou que é constitucional que Evo Morales busque um terceiro mandato em 2014
O Tribunal Constitucional da Bolívia anunciou que é constitucional que Evo Morales busque um terceiro mandato em 2014 AIZAR RALDES/AFP

O Tribunal Constitucional da Bolívia anunciou nesta segunda-feira (29) que é constitucional que o presidente do país, Evo Morales, busque um terceiro mandato nas eleições presidenciais de dezembro de 2014.

O presidente deste órgão judicial, Ruddy Flores, informou em entrevista coletiva que o TC decidiu a favor da postulação de Morales, em resposta a uma consulta a respeito feita a este órgão pelo Parlamento, a pedido do partido do presidente.


Em 15 de fevereiro deste ano, o Senado da Bolívia enviou ao Tribunal, um projeto de lei sobre a legalidade de um terceiro mandato do presidente e sobre a possibilidade de seu segundo mandato ser interpretado como o primeiro à luz da nova Constituição.

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Morales assumiu seu primeiro mandato em 2006 e seu segundo, regido pela nova Constituição, em 2010 até 2015. As eleições gerais estão previstas para dezembro de 2014.


A Carta Magna, promulgada em fevereiro de 2009, prevê uma única reeleição por cinco anos, e o governante acredita que sua situação deve ser regida por essa nova norma. Se a lei for interpretada da forma que ele sustenta, sua gestão poderia se estender até 2020.

Em dezembro de 2009, Morales obteve seu segundo mandato de cinco anos, até 2015, com quase 64% dos votos, graças à nova Constituição, que permitiu que ele se candidatasse.


Uma última pesquisa independente, publicada em novembro do ano passado, estabeleceu a recuperação da popularidade de Morales até alcançar 59% de aprovação, estando pela primeira vez em um ano muito próximo da votação que lhe garantiu o segundo mandato.

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