Ex-primeira-dama do Lesoto tem prisão decretada por assassinato
Maesaiah Thabane é acusada de mandar matar ex-mulher do marido Thomas Thabane, que renunciou ao cargo em 19 de maio
Internacional|Da EFE

Maesaiah Thabane, esposa de Thomas Thabane, ex-primeiro-ministro do Lesoto em dois mandatos, sofreu cassação da liberdade condicional que havia sido concedida em seu favor em fevereiro e voltou a ter prisão decretada nesta quarta-feira (3).
Ela é acusada de ser a mandante do assassinato da ex-mulher do político e também ex-primeira-dama do país africano, Lipolelo Thabane, de quem ele havia se separado publicamente — mas não judicialmente — em 2012.
Maesaiah ficará sob custódia policial em um centro penitenciário feminino ao menos até que a justiça revise as petições de soltura sob pagamento de fiança, segundo o portal de notícias sul-africano Eyewitness News.
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A presença de Maesaiah em um tribunal de Maseru, capital do Lesoto, era esperada desde a última sexta-feira (29), quando a Corte de Apelações havia revogado a decisão judicial anterior, de lhe conceder liberdade condicional, expedida em fevereiro, quando ela ainda era a primeira-dama.
Maesaiah foi formalmente acusada em 2017 pelo assassinato de Lipolelo, baleada por um atirador desconhecido na porta de casa poucos dias antes de Thomas Thabane assumir a chefia do governo pela segunda vez na carreira política — ele já tinha comandado o governo de 8 de junho de 2012 a 17 de março de 2015, quando foi deposto por um golpe militar, e voltou ao poder dois anos depois ao vencer as eleições.
Thabane e Lipolelo estavam passando por um conturbado processo de divórcio quando o crime aconteceu. Apenas dois meses depois do assassinato, o político, então com 78 anos, e Maesaiah, na época com 40, se casaram.
A crise detonada pelas investigações sobre o caso, além da fragilidade política do Lesoto nos últimos anos, fez com que Thomas Thabane renunciasse ao cargo em 19 de maio.
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