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Força Espacial dos EUA revela uso de arma eletrônica na guerra contra o Irã

Sistema secreto foi reconfigurado para atingir alvo prioritário durante Operação Epic Fury; missão ocorreu sob ameaça de mísseis

Internacional|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Força Espacial dos EUA usou uma arma de guerra eletrônica secreta contra o Irã na Operação Epic Fury.
  • A missão visava atrapalhar as defesas aéreas iranianas, permitindo ataques aéreos dos EUA.
  • O sistema foi operado sob ameaça de mísseis, com alertas antecipados para proteção das tropas.
  • A operação destacou a importância das capacidades espaciais para o sucesso militar americano.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Uma aeronave F-35A Lightning II é reabastecida durante a Operação Epic Fury, em 5 de abril de 2026 Divulgação/Força Aérea dos EUA

A Força Espacial dos Estados Unidos revelou que utilizou uma arma de guerra eletrônica durante as operações militares contra o Irã. O sistema, cuja identidade permanece em sigilo, foi empregado para produzir efeitos não cinéticos contra um alvo prioritário durante a Operação Epic Fury.

O relato foi feito pelo general Douglas Schiess, chefe de Operações Espaciais dos EUA. Segundo ele, uma militar identificada apenas como Gray, integrante do 42º Destacamento de Guerra Eletrônica, recebeu um pacote de informações sobre um alvo e precisou reconfigurar o armamento para executar a missão.


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A Força Espacial não informou qual equipamento foi utilizado nem revelou o alvo atingido. Também não detalhou o efeito produzido. Nesse tipo de operação, ataques eletromagnéticos podem ser empregados para interromper, degradar ou impedir o funcionamento de radares, sistemas de comunicação e outras estruturas militares dependentes do espectro eletromagnético.

Autoridades americanas afirmaram, porém, que uma das funções da guerra eletrônica durante o conflito foi atrapalhar as defesas aéreas iranianas e abrir caminho para aeronaves de ataque dos Estados Unidos. Unidades da Força Espacial também participaram da localização de alvos, entre eles equipamentos iranianos destinados a interferir em sinais.


A missão relatada por Schiess ocorreu em meio a ataques contra a própria posição americana. Mesmo com sirenes de alerta acionadas e mísseis inimigos direcionados ao local, Gray continuou operando o sistema até ser retirada do console pelo comandante para buscar proteção.

General Douglas Schiess discursa na Base Conjunta Andrews, em Maryland, em 3 de setembro de 2026 Andy Morataya/Força Aérea dos EUA

Além da guerra eletrônica, a Força Espacial forneceu radares e sensores capazes de detectar mísseis iranianos lançados contra bases dos EUA. Os alertas antecipados deram aos militares tempo para procurar abrigo e permitiram a preparação de sistemas de defesa como Patriot e THAAD.


Segundo Schiess, as capacidades espaciais foram consideradas parte do pacote mínimo de forças necessário para que a Operação Epic Fury fosse executada. O general afirmou que, sem a participação da Força Espacial, as forças conjuntas americanas não teriam avançado com a campanha.

A revelação ocorre no momento em que os Estados Unidos também passam a falar publicamente sobre armamentos destinados a operações no espaço. Schiess confirmou que integrantes da Força Espacial operam armas em órbita destinadas a proteger forças americanas de ataques apoiados por sistemas espaciais.

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