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Ida de diretor da CIA à Rússia ‘vai muito além do rotineiro’, avalia especialista

John Ratcliffe viajou a Moscou nesta terça-feira (25) para dialogar com autoridades de inteligência russas

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O diretor da CIA, John Ratcliffe, viajou a Moscou para dialogar com autoridades de inteligência russas, sem se encontrar com Vladimir Putin.
  • O porta-voz do governo russo descreveu os contatos como "positivos", mas não revelou detalhes das conversas.
  • O presidente Donald Trump afirmou que a visita foi uma "missão semi-rotineira".
  • Especialistas sugerem que a viagem pode estar relacionada a pressões econômicas sobre o Irã ou negociações entre Ucrânia e Rússia.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O diretor da CIA (Central Intelligence Agency), John Ratcliffe, viajou a Moscou nesta terça-feira (25) para dialogar com autoridades de inteligência russas. A informação foi confirmada pelo Kremlin. Segundo o porta-voz do governo russo, houve contatos entre os serviços secretos, mas Ratcliffe não se encontrou com Vladimir Putin. Ele ainda qualificou os contatos como “positivos”, mas não deu detalhes do conteúdo das conversas.

Segundo o porta-voz, ainda é muito cedo para dizer as consequências no processo para retirar a relação entre os países da crise. O presidente Donald Trump afirmou nesta quarta (26) que o diretor da CIA estava em uma “missão semi-rotineira” na Rússia.


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Em entrevista ao Conexão Record News, Igor Lucena, economista e especialista em relações internacionais, diz que existem duas possibilidades para a visita de Ratcliffe a Moscou, em relação ao conflito no Oriente Médio e às negociações no Leste Europeu.

“A primeira é sobre a questão de uma pressão econômica maior sobre o Irã e talvez a possibilidade de ataques ou uso de espionagem no Irã para que não haja nenhum tipo de impacto sobre russos que possam estar lá ou sobre ações russas na região. E o outro ponto seria a possibilidade também de avanços de negociações com a Ucrânia, com um possível acordo com os ucranianos entre Ucrânia e Rússia dentro do conflito”, explica.


Segundo Lucena, não é possível confirmar a intenção da viagem, mas com certeza é algo que vai muito além do rotineiro. Isso não é comum, principalmente entre chefes de agências de espionagem que são rivais históricos”.

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