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Entenda o interesse militar dos EUA em Palau, país de apenas 17 mil habitantes

Região insular do Pacífico foi palco de batalhas sangrentas durante a Segunda Guerra Mundial

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Os Estados Unidos planejam reconstruir o porto principal de Palau para uso militar.
  • Palau, com 17 mil habitantes, pode abrigar um depósito de crise para os fuzileiros navais dos EUA.
  • Moradores de Palau pedem garantias de segurança ao Congresso dos EUA em caso de guerra.
  • A presença militar dos EUA em Palau é vista como estratégica, mas preocupa a população local.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Segundo fontes próximas ao governo norte-americano, os Estados Unidos planejam reconstruir o principal porto do arquipélago de Palau, no Pacífico, a fim de tornar a região uma sede de construção para as Forças Armadas estadunidenses.

Localizado a 800 quilômetros a oeste do mar da China Meridional e com uma população de apenas 17 mil habitantes, Palau também poderá abrigar um depósito reserva para situações de crise dos fuzileiros navais dos EUA.


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Terrenos passaram a ser destruídos para a instalação de um radar militar e a ampliação de um aeródromo remoto para acomodar aeronaves de grande porte. Uma petição assinada por moradores e enviada ao Congresso norte-americano busca garantias de Washington de que a população local estivesse segura.

“Quando nós olhamos a localização de Palau, apesar de ser um país pouco conhecido, no mapa militar, oferece uma posição estratégica fundamental, oferece acesso, oferece aos Estados Unidos uma possibilidade de estabelecer uma estrutura melhor na região do Pacífico”, argumentou o professor de relações internacionais Kleber Galerani, em entrevista ao Conexão Record News.


Segundo o especialista, a região já tinha suas “ligações” com o governo norte-americano desde a 2ª Guerra Mundial, quando um conflito matou cerca de 10 mil japoneses e aproximadamente 2.000 estadunidenses no local. Atualmente, segundo Galerani, a presença militar norte-americana promete dissuasão a Palau e, ao mesmo tempo, cria uma visibilidade estratégica e um escudo que pretende proteger o arquipélago.

O contraste é evidente. Para Washington, a expansão fortalece a logística e a defesa regional, mas, para a parte da população, ela aproxima os cidadãos de uma disputa entre potências de suas casas”, ressaltou.

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