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Irã terá as sanções mais duras da história, diz secretário americano

Scott Bessent mencionou que a pressão econômica funcionou em outros países e acredita que funcionará no país persa

Internacional|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, anunciou sanções econômicas severas contra o Irã, mas descartou a retomada de ataques militares.
  • Os EUA buscarão aliados para isolar economicamente o Irã, penalizando quem fizer negócios com o país.
  • Bessent destacou que a pressão econômica funcionou em outros países como Venezuela e Cuba e acredita que terá efeito no Irã.
  • O secretário também criticou o G20 e enfatizou a necessidade de reformas para aumentar o PIB global.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Bessent também destacou a importância do investimento em IA para a economia dos EUA Kevin Lamarque/Reuters - 20.08.2026

O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, disse nesta quinta-feira (20) que o Irã terá as “sanções mais duras da história”, mas dificilmente os ataques americanos serão retomados.

Em entrevista à CNBC, ele afirmou que os EUA buscarão aliados para um isolamento econômico coordenado do Irã e advertiu que o Tesouro e o governo Trump agirão contra quem transferir dinheiro, comprar petróleo ou fizer negócios com o país persa.


Segundo ele, todos os países precisarão escolher um lado: se vão negociar ou não com o Teerã. “Pressão econômica significa que vamos isolá-los para acabar com o regime”, enfatizou.

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O secretário apontou não ter certeza do porquê o petróleo subiu tanto, já que Washington tem o controle do estreito de Ormuz. “A pressão funcionou na Venezuela, está funcionando em Cuba e irá funcionar no Irã”.


Questionado se sancionará a China, ele respondeu que “algumas conversas são melhor em privado”. Bessent acrescentou que fará uma coletiva de imprensa sobre a pressão econômica contra o Irã na segunda-feira (24).

Ele também criticou o G20, ao comentar que o grupo tem muito o que mudar em regulação econômica e que é preciso voltar para a missão central de aumento do PIB (Produto Interno Bruto) global.


Segundo ele, a Europa deveria estar seguindo o Relatório Draghi para aumentar o crescimento. O relatório de 2024 alerta sobre a perda de competitividade econômica da UE (União Europeia) frente aos EUA e China.

Sobre a economia doméstica, ele frisou que empresas esperam grande retorno financeiro e de produtividade dos investimentos em IA (inteligência artificial), com muita emissão de dívidas de longo prazo para financiar a tecnologia. “Tudo que vemos em termos de ganhos de empresas e atividade econômica está forte”, apontou.

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