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Macron e Starmer recebem líderes para pressionar pela reabertura do estreito de Ormuz

Passagem está bloqueada desde o início dos ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã no dia 28 de fevereiro

Internacional|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Emmanuel Macron e Keir Starmer promovem cúpula em Paris para discutir reabertura do Estreito de Ormuz.
  • A passagem está bloqueada desde os ataques dos EUA e Israel ao Irã em 28 de fevereiro.
  • Starmer enfatiza a responsabilidade global pela reabertura imediata, citando o impacto sobre a economia mundial.
  • Expectativa de participação de líderes de cerca de 30 países, incluindo da Europa e Oriente Médio.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O presidente francês Macron e o primeiro-ministro britânico Starmer presidem conferência sobre a segurança do Estreito de Ormuz em Paris
Lista de participantes do encontro não foi divulgada Benoit Tessier/Reuters - 17.04.2026

O presidente da França, Emmanuel Macron, e o primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, promovem, nesta sexta-feira (17), um encontro de cúpula, em Paris, com o objetivo de pressionar pela reabertura do estreito de Ormuz.

A passagem, que conecta o golfo Pérsico ao golfo de Omã e ao mar da Arábia, está bloqueada desde o início dos ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã no dia 28 de fevereiro. Em tempos de paz, um quinto da produção global de petróleo é escoado pela passagem.


“A reabertura incondicional e imediata do estreito é uma responsabilidade global, e precisamos agir para fazer com que a energia e o comércio globais voltem a fluir livremente”, disse Starmer, que acusou o Irã de “manter a economia mundial como refém” ao bloquear a navegação na região.

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A lista de participantes do encontro não foi divulgada, mas Macron e Starmer discutiram o assunto com representantes de mais de 40 países nas últimas semanas.


O gabinete do primeiro-ministro francês informou que a cúpula deve reunir líderes de cerca de 30 países, incluindo nações do Oriente Médio e da Ásia. O governo dos Estados Unidos não se juntou à mobilização, que foi batizada informalmente de Iniciativa pela Liberdade de Navegação Marítima no Estreito de Ormuz.

O chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, e a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, são esperados em Paris, enquanto diversos outros líderes devem participar das conversas por videoconferência.

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