Logo R7.com
RecordPlus

Maduro pede que povo saia às ruas para defender memória de Chávez

Internacional|Do R7

  • Google News

Caracas, 25 mar (EFE).- O presidente interino da Venezuela e candidato à presidência, Nicolás Maduro, pediu nesta segunda-feira aos chavistas que saiam às ruas para defender a memória e o projeto do falecido Hugo Chávez, ao denunciar uma campanha nacional e internacional para "assassinar moralmente" o líder bolivariano. "Agora há uma campanha brutal, uma campanha ilegal, imoral e nós chamamos o povo para repelir, com força, nas ruas, e rejeitar esta campanha contra o comandante Chávez, em paz, isso sim, em paz", disse Maduro durante um ato de governo transmitido pelo canal estatal "VTV". Advertiu, sem dar detalhes, que "começou a campanha nacional e internacional para assassinar moralmente" Chávez "para assassinar seu projeto cristão e bolivariano". Também denunciou que chegaram à Venezuela supostos "especialistas do exterior" para sabotar "todo o sistema elétrico do país". As declarações de Maduro foram feitas no marco de uma reunião com membros do governo para abordar a insegurança no país e para assumir a criminalidade "como o grande tema deste país nos próximos anos". No relatório do Ministério do Interior e Justiça da Venezuela de 2012, o governo reconheceu que os homicídios aumentaram 14% ao passar de 14.092 em 2011 a 16.072 no ano passado, com uma taxa de 54 homicídios por cada 100 mil habitantes. Maduro acusou os meios de comunicação de serem responsáveis pelo que chamou "festim da morte" e de transformar toda a sociedade "em vítimas da conduta irresponsável" da indústria cultural. Também pediu "àqueles venezuelanos, àqueles compatriotas, que estão no mundo da violência e do crime" em nome "do comandante Chávez, em nome do governo bolivariano, socialista e cristão", que "cessem a violência, cessem os sequestros, parem o massacre". No sábado passado, Maduro pediu ajuda a artistas e atletas para fundar um movimento que aborde o tema da violência e a criminalidade no país destacando a forte influência que a indústria do espetáculo tem na juventude. Após o falecimento, no dia 5 de março, do governante Hugo Chávez, o CNE convocou eleições presidenciais para o dia 14 de abril às quais se apresentaram, além de Maduro, o líder opositor Henrique Capriles e outros cinco candidatos. EFE nf/jt/rsd

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.