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Mais vítimas do tufão recebem tratamento, mas assistência ainda é precária

Internacional|Do R7

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Manila, 16 nov (EFE).- Mais vítimas do tufão Haiyan nas Filipinas estão recebendo tratamento médico neste sábado, mas a assistência continua precária devido à devastação quase completa de várias áreas na região central do arquipélago. As agências internacionais expressaram sua preocupação com as crianças afetadas pelo desastre natural, cerca de 2 milhões, enquanto o número de mortos superou as 4 mil pessoas, segundo as estimativas da ONU. Na porta de um dos principais hospitais de Tacloban, o Bethany Hospital, um enorme cartaz escrito "fechado" indica que o lugar, que ficou completamente arrasado, não está funcionando, por isso a assistência médica na cidade é muito limitada. No aeroporto Daniel Romualdez, de acesso limitado, se formam longas filas de pessoas à espera de atendimento em um centro médico improvisado, enquanto fuzileiros navais dos EUA tentam ajudar atendendo algumas pessoas na pista. Os trabalhos de emergência melhoraram notavelmente na quinta-feira passada com a chegada do porta-aviões americano George Washington, que atracou em frente ao litoral de Tacloban, uma das cidades mais afetadas na ilha de Leyte. O George Washington transporta 5 mil fuzileiros navais e 80 aeronaves para distribuir alimentos, água e remédios nas áreas mais remotas da ilha, onde a ajuda internacional chegou dias depois do desastre. Na região também está o contratorpedeiro britânico HMS Daring, com capacidade para purificar grandes quantidades de água, que será substituído mais adiante pelo porta-helicópteros inglês HMS Illustrious para expandir as operações. O Japão, que já conta com uma equipe formada por 25 especialistas nas Filipinas, anunciou que na semana que vai enviar três navios militares e que aumentará a ajuda para US$ 52,1 milhões. As equipes de emergência sofrem para retirar os corpos das ruas das ilhas de Leyte e Samar, onde já removeram os escombros de várias estradas, o que facilita a chegada das provisões aos afetados. Haiyan, com ventos de até 315 km/h, foi o tufão mais forte registrado e o terceiro desastre mais mortífero na história recente das Filipinas. EFE hc/rpr

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