Logo R7.com
RecordPlus

Milhares de iraquianos protestam contra o governo em províncias sunitas

Os protestos aconteceram sob o lema "Não nos renderemos" após a oração do meio-dia, ao norte de Bagdá, e nas zonas de maioria sunita da capital iraquiana

Internacional|Do R7

  • Google News
Os protestos aconteceram nas zonas de maioria sunita da capital iraquiana, Bagdá
Os protestos aconteceram nas zonas de maioria sunita da capital iraquiana, Bagdá

Milhares de iraquianos se manifestaram nesta sexta-feira (12), em províncias de maioria sunita, para pedir a libertação de presos políticos e derrogar a lei antiterrorista, entre outras reivindicações.

Os protestos aconteceram sob o lema "Não nos renderemos" após a oração do meio-dia nas cidades das províncias de Ninawa, Kirkuk, Salah ad-Din e Diyala, ao norte de Bagdá, na província de Al-Anbar, ao oeste, e nas zonas de maioria sunita da capital iraquiana.


"Contra a vontade [do primeiro-ministro iraquiano, Nouri al-Maliki] recuperaremos nossos direitos", ressaltou o imã Qusai al Zein, em seu discurso em uma praça no centro de Ramadi, capital de Al-Anbar.

Bombas atômicas da Coreia do Norte ainda são mais fracas que as de Hiroshima e Nagasaki


Em pé de guerra, países da Ásia contam com mais de 500 ogivas nucleares

Por sua vez, o imã, xeque Nuredin al Jabouri, advertiu que "não voltará atrás na sua luta contra o Governo, que violou as honras do povo e está destruindo o país".


Al Jabouri também disse que "o Governo está fracionado e temeroso, e atualmente é mais débil do que nunca por temer a ira dos manifestantes, que estão decididos a marchar rumo a Bagdá".

O organizador das manifestações em Kirkuk, Abu Gazuan el Ezi, afirmou em seu discurso que o povo iraquiano poderá tirar al-Maliki do poder, de confissão xiita, da mesma forma que fez com as forças de ocupação americana, que deixaram o país de forma definitiva em dezembro de 2011.


— Nossos protestos agora são pacíficos, mas amanhã serão de combate.

Províncias como Al-Anbar, Ninawa Salah ad-Din, Diyala e Kirkuk são palco há três meses de grandes protestos dos sunitas contra a marginalização que dizem sofrer por parte do Governo central de Bagdá.

Os manifestantes pedem a libertação de presos, que seja corrigido o processo político, exigem uma emenda da lei antiterrorista e pedem um equilíbrio nas instituições do Estado.

O que acontece no mundo passa por aqui

Moda, esportes, política, TV: as notícias mais quentes do dia

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.