Novos atos de violência no Iraque deixam pelo menos 13 mortos e 29 feridos
Internacional|Do R7
Bagdá, 7 nov (EFE).- Pelo menos 13 pessoas morreram e 29 ficaram feridos em novos atos de violência perpetrados nesta quinta-feira em diferentes cidades do Iraque contra civis e as forças de segurança, informaram à Agência Efe fontes do Ministério iraquiano do Interior. O ataque mais sangrento foi registrado na zona de Al Mashtal, no sudeste de Bagdá, onde morreram pelo menos quatro civis e outros dez ficaram feridos pela explosão de um carro-bomba. A fonte acrescentou que um ataque similar foi perpetrado contra um quartel do Exército iraquiano na zona de Aana, a 250 quilômetros de Al Ramadi (oeste), o que causou a morte de três militares, entre eles um oficial, e deixou outros cinco feridos. Na população de Al Madain, 20 quilômetros ao sul de Bagdá, dois civis morreram e outros seis ficaram feridos após a explosão de uma bomba em um mercado popular. Enquanto isso, outros dois civis pereceram e dois ficaram feridos pela explosão de uma bomba contra o veículo no qual viajavam na zona de Yatreb, 80 quilômetros ao sul de Tikrit, capital da província de Salah ad-Din, ao norte da capital. A fonte assinalou que um policial foi assassinado por disparos de homens desconhecidos na cidade setentrional de Mossul, capital da província de Ninawa (noroeste). Além disso, um civil morreu e outros cinco ficaram feridos pela explosão de uma bomba colocada ao lado de uma estrada na zona de Yisr Diyala, no sudeste de Bagdá. A fonte assinalou que um alto responsável da Polícia Federal ficou ferido após sofrer uma tentativa de assassinato com armas com silenciador no bairro de Al Mansur, no oeste de Bagdá. O Iraque é palco de uma escalada do terrorismo e da violência sectária, com atentados frequentes contra as forças de segurança e a comunidade xiita. A missão da ONU no Iraque (Unami) e o Governo iraquiano anunciaram recentemente que cerca de mil de iraquianos morreram em atos violentos durante o outubro passado, um dos meses mais mortíferos dos últimos cinco anos. EFE ah/ff











