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Obama diz que medidas de austeridade não são inevitáveis

Internacional|Do R7

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O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, assegurou nesta sexta-feira que as medidas de austeridade que prometeu ao país não são inevitáveis e que o Congresso ainda tem a possibilidade de tomar boas decisões antes dos cortes orçamentários previstos a partir de março.

"Não penso que, não importa o que ocorrer, seja inevitável, sempre temos a possibilidade de tomar boas decisões", disse Obama, interrogado por jornalistas ao fim de um encontro bilateral com o primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, na Casa Branca.


"Enquanto houver vida, há esperança", acrescentou.

O presidente também tentou dar segurança às praças financeiras. Para isso, explicou que, se os cortes no orçamento federal entrarem em vigor, "isso não vai ameaçar o sistema financeiro mundial, não é como se os Estados Unidos entrassem em default" sobre sua dívida soberana.


Estas medidas de rigor correm o risco de se traduzirem em um crescimento americano mais fraco, o que terá como consequência "um crescimento mais fraco para outros países", ressaltou.

Caso não seja alcançado um acordo no Congresso, será imposto automaticamente um plano de austeridade a partir de 1º de março, e centenas de milhares de empregos públicos e paraestatais podem ser ameaçados nos Estados Unidos.


A situação é fruto de uma incapacidade de republicanos e democratas alcançarem acordos sobre a maneira de enfrentar os déficits.

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