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Organização exige investigação sobre morte de Maldonado 

Corpo encontrado no rio Chubut, na Argentina, é do artesão 

Internacional|Do R7

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Dados preliminares da autópsia revelaram que Santiago morreu afogado
Dados preliminares da autópsia revelaram que Santiago morreu afogado

Por meio de comunicado enviado ao R7, a diretora da Anistia Internacional da Argentina, Mariela Belski, afirmou neste sábado (21) que é necessário garantir uma investigação a respeito da morte de Santiago Maldonado — artesão de 28 anos que estava desaparecido desde o último 1º de agosto, quando foi abordado por forças militares durante uma manifestação indígena. 

— As autoridades devem garantir que seja feita uma investigação independente para determinar quem foram os responsáveis pelo desaparecimento e morte de Santiago, quem ordenou, e quem soube e foi omisso. Não garantir a verdade, a justiça e a reparação mostrará qual é a prioridade que o governo dá a sua agenda de direitos humanos.


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Ainda de acordo com a diretora, "neste trágico momento, nos unimos a família de Santiago e não descansaremos até que se faça justiça e todas as pessoas responsáveis, em todas as esferas governamentais sejam julgadas e responsabilizadas". 

Maldonado foi vítima de desaparecimento forçado durante um protesto em 1 de agosto, quando aconteceu uma operação da força de segurança argentina, Gendarmería Nacional, que invadiu de forma violenta uma manifestação mapuche. Desde o dia da operação, seu paradereiro era desconhecido.


Nesta sábado, dados preliminares da autópsia feita em Santiago Maldonado revelaram que o jovem artesão morreu afogado e estava na água há mais de 60 dias, segundo informações do jornal Clarín.

Com as novas informações, foi descartada a hipótese de que o jovem teria morrido em outro lugar e depois seu corpo foi plantado no Rio Chubut. No corpo não havia marcas de borracha, barras, balas ou pedras. Radiografias do pescoço também descataram a possibilidade de Maldonado ter sido enforcado. 

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