Polícia dispersa manifestantes em protesto contra leilão do campo de Libra
Internacional|Do R7
Rio de Janeiro, 21 out (EFE).- A polícia precisou usar bombas de gás de lacrimogêneo, balas de borracha e spray de pimenta para dispersar o grupo de cerca de 300 manifestantes que protestavam contra a licitação do Campo de Libra, que será leiloado na tarde de desta segunda-feira no Rio de Janeiro. O primeiro confronto entre manifestantes e homens da Força da Nacional de Segurança ocorreu nas imediações do Hotel Windsor Barra, na zona oeste, onde será realizado o leilão previsto para ser iniciado a partir das 15h. Os participantes do protesto, a maioria deles mascarados, foram dispersos no primeiro dos dois cordões de segurança montado pelas autoridades para impedir a aproximação dos manifestantes ao hotel. No entanto, os manifestantes voltaram a se concentrar na Avenida Lúcio Costa, na orla da praia da Barra da Tijuca, e chegaram a virar um veículo da "TV Record" a pouco metros do cordão policial. Na sequência, os manifestantes tentaram atear fogo no veículo, que foi retirado do local após a chegada de uma equipe dos Bombeiros que conseguiu controlar o princípio de incêndio. O Hotel Windsor Barra está rodeado por cerca mil soldados do Exército, que foram convocados para reforçar a segurança no local. Segundo os manifestantes, em sua maioria funcionários do setor petroleiro e militantes de partidos de esquerda, pelo menos seis pessoas foram feridas com balas de borracha disparadas pelos policiais. Os dirigentes sindicais e políticos que lideram o protesto asseguram que o primeiro leilão do pré-sal configura na "privatização" de uma das maiores riquezas do país. EFE mp-cm/fk (foto)(vídeo)











